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quinta-feira, 26 de junho de 2008

História das olímpiadas










História das olímpiadas


DEUSES E HOMENS
Os gregos inventaram os Jogos Olímpicos há mais de 3 mil anos. Durante esse tempo, muitas histórias foram criadas para explicar como surgiu um dos eventos esportivos mais importantes do mundo.


Uma delas diz que Hércules, filho de Zeus, o deus supremo, matou um homem em um dia difícil, por um motivo bobo. Arrependido, ele criou as Olimpíadas para pedir desculpas ao pai e aos outros deuses.

Na verdade, os gregos inventaram os jogos para exibir suas habilidades e agradar aos deuses do Olimpo, um monte sagrado que era a morada das antigas divindades gregas. Criaram então quatro grandes festas, das quais as Olímpias - que aconteciam na cidade de Olímpia, onde havia um templo dedicado a Zeus - eram as mais importantes. O primeiro registro desses jogos é de 776 a.C. (antes de Cristo).
Os gregos foram impedidos de continuar a festa quando os romanos dominaram a Europa, por volta do século II antes de Cristo.

Os implicantes romanos achavam que as Olimpíadas não tinham a menor importância e que os gregos deviam trabalhar para eles... como escravos!

Os jogos entraram em decadência, até que um imperador mandou derrubar os templos e o estádio de Olímpia.

Você sabe quem resgatou a tradição dos Jogos Olímpicos para os dias de hoje? Foi um barão que era louco por esporte...



O BARÃO QUE AMAVA O ESPORTE


Resgatar os jogos para os dias de hoje foi idéia do parisiense Pierre de Fredy, conhecido como Barão de Coubertin (1863-1937).
Provável autor da frase "o importante não é vencer, é competir", ele queria trazer de volta a tradição olímpica para incentivar o esporte e, quem sabe, ajudar na união dos povos.
Em 1894, o Barão de Coubertin criou, junto com representantes de 15 países, o Comitê Olímpico Internacional, o COI. Foi uma correria, mas em 1896 tudo estava pronto para a realização dos primeiros Jogos Olímpicos da era moderna.
Os jogos foram abertos no estádio de Atenas pelo rei George I, da Inglaterra, com a participação de 285 atletas.A partir de então, as Olimpíadas são realizadas sempre de quatro em quatro anos. Esse também era o intervalo entre uma Olimpíada e outra na Grécia antiga.

O barão e seus colegas do COI criaram várias regras e símbolos, que são usados até hoje. A bandeira olímpica, com cinco anéis representando os continentes, entrelaçados sobre um fundo branco, é o símbolo da integração dos povos. Ela traz o lema olímpico "Citius, Altius, Fortius" (Mais Rápido, Mais Alto, Mais Forte).
Para reviver o espírito dos jogos gregos, criou-se a tradição da tocha olímpica, que é acesa todos os anos no lugar onde existiu a cidade de Olímpia, descoberto pelo arqueólogo Ernst Curtius.
A tocha sempre é levada de Atenas, capital da Grécia, até a sede dos jogos, se possível por terra, por meio de um revezamento de atletas. Um atleta do país organizador é então encarregado de acender a pira olímpica com a tocha, que permanecerá acesa enquanto durar a competição.
Foi também Coubertin que teve a idéia de criar a cerimônia de premiação depois de cada prova, quando os melhores atletas recebem medalhas de ouro, prata e bronze.O COI decidiu ainda que apenas quatro modalidades de esportes poderiam registrar recordes olímpicos: tiro, atletismo, natação e halterofilismo (levantamento de peso).





Os aros olímpicos foi uma idéia do francês Pierre de Fredi, o Barão Pierre de Coubertin (1863-1937), em 1913. O pequeno círculo era compostos por cinco cores: azul, amarelo, preto, verde e vermelho, interligados sobre um fundo branco.
O simbolismo dos anéis entrelaçados representa à união dos cinco continentes e pelo menos uma de suas seis cores, incluída a branca, está presente na bandeira de cada um dos países filiados ao COI. A idéia é que os atletas busquem superar os próprios limites, assim, a cada evento serem alcançados novos recordes.A cor de cada aro corresponde a um continente: Azul a Europa; Amarelo a Ásia; Preto a África; Verde a Oceania; Vermelho as Américas. É a principal representação gráfica dos Jogos Olímpicos e a marca do próprio Comitê Olímpico Internacional. A marca do Comitê Olímpico Brasileiro une os aros olímpicos à Bandeira Nacional.

sábado, 21 de junho de 2008

Solte a panela!


O urso.


Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.
A época era de escassez, porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores.

Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida.
Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo.

Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo.
Na verdade, era o calor da tina... Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.
O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.
Começou a urrar muito alto. E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.
Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia.

Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida.
O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.

Quando terminei de ouvir esta história de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes. Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes.
Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero.
Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.

Para que tudo dê certo em sua vida, é necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir.
Tenha a coragem e a visão que o urso não teve. Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder.

Solte a panela!

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Avaliar deve servir para cada vez mais permitir a cada um aprender!


AVALIAÇÃO PARA QUE?

Segundo nossas observações que são confirmadas por muitos autores, podemos responder à pergunta título deste artigo, apontando, que de modo geral serve: para classificar, castigar, definir o destino dos alunos de acordo com as normas escolares. Pode-se afirmar que a avaliação tem assumido, e já há muito tempo, uma função seletiva, uma função de exclusão daqueles que costumam ser rotulados “menos capazes, com problemas familiares, com problemas de aprendizagem, sem vontade de estudar, sem assistência familiar” e muitos outros termos parecidos.

De acordo com Luckesi (1999), a avaliação que se pratica na escola é a avaliação da culpa. Aponta, ainda, que as notas são usadas para fundamentar necessidades de classificação de alunos, onde são comparados desempenhos e não objetivos que se deseja atingir.

Os currículos de nossas escolas têm sido propostos para atender a massificação do ensino. Não se planeja para cada aluno, mas para muitas turmas de alunos numa hierarquia de séries, por idades mas, esperamos de uma classe com 30 ou mais de 40 alunos, uma única resposta certa.

Segundo Perrenoud (2000), normalmente, define-se o fracasso escolar como a conseqüência de dificuldades de aprendizagem e como a expressão de uma “falta objetiva” de conhecimentos e de competências. Esta visão que “naturaliza” o fracasso, impede a compreensão de que ele resulta de formas e de normas de excelência que foram instituídas pela escola, cuja execução revela algumas arbitrariedades, entre as quais a definição do nível de exigência do qual depende o limiar que separa aqueles que têm êxito daqueles que não o têm. As formas de excelência que a escola valoriza, se tornam critérios e categorias que incidem sobre a aprovação ou reprovação do aluno.

Continua Perrenoud (2000): As classificações escolares refletem às vezes, desigualdades de competências muito efêmeras, logo não se pode acreditar na avaliação da escola. O fracasso escolar só existe no âmbito de uma instituição que tem o poder de julgar, classificar e declarar um aluno em fracasso. É a escola que avalia seus alunos e conclui que alguns fracassam. O fracasso não é a simples tradução lógica de desigualdades reais. O fracasso é sempre relativo a uma cultura escolar definida e, por outro lado, não é um simples reflexo das desigualdades de conhecimento e competência, pois a avaliação da escola, põe as hierarquias de excelência a serviço de suas decisões. O fracasso é, assim, um julgamento institucional.

A explicação sobre as causas do fracasso passará obviamente pela reflexão de como a escola explica e lida com as desigualdades reais.

O universo da avaliação escolar é simbólico e instituído pela cultura da mensuração, legitimado pela linguagem jurídica dos regimentos escolares, que legalmente instituídos, funcionam como uma vasta rede e envolvem totalmente a escola. (Lüdke; André, M. 1986)

Compreender as manifestações práticas da prática avaliativa é ao mesmo tempo compreender aquilo que nela está oculto.

Temos ciência de que esta exclusão no interior da escola não se dá apenas pela avaliação e sim pelo currículo como um todo (objetivos, conteúdos, metodologias, formas de relacionamento, etc.). No entanto, além do seu papel específico na exclusão, a avaliação classificatória acaba por influenciar todas as outras práticas escolares.

O que significa em termos de avaliação um aluno ter obtido nota 5,0 ou média 5,0? E o aluno que tirou 4,0? O primeiro, na maioria das escolas está aprovado, enquanto o segundo, reprovado. O que o primeiro sabe é considerado suficiente. Suficiente para que? E o que ele não sabe? O que ele deixou de “saber” não pode ser mais importante do que o que ele “sabe”? E o que o aluno que tirou 4,0 “sabe” não pode ser mais importante do que aquilo que não “sabe”?

Acreditar que tais notas ou conceitos possam por si só explicar o rendimento do aluno e justificar uma decisão de aprovação ou retenção, sem que sejam analisados o processo de ensino-aprendizagem, as condições oferecidas para promover a aprendizagem do aluno, a relevância deste resultado na continuidade de estudos, é, sobretudo, tornar o processo avaliativo extremamente reducionista, reduzindo as possibilidades de professores e alunos tornarem-se detentores de maiores conhecimentos sobre aprendizagem e ensino.

A avaliação, unicamente, “medida”, ranço do positivismo, mais oculta e mistifica do que mostra, ou aponta aquilo que deve ser retomado, ser trabalhado novamente e de outra forma, o que é imprescindível que o aluno conheça. Também não podemos nos esquecer dos instrumentos utilizados para avaliar (confundida com mensuração), que fundamentam este processo decisório e necessitam de questionamentos, não só quanto a sua elaboração, mas, quanto à coerência e adequabilidade com o que foi trabalhado em sala de aula e o modo com que o que vai ser avaliado foi trabalhado.

Avaliar exige, antes que se defina aonde se quer chegar, que se estabeleçam os critérios, para, em seguida, escolherem-se os procedimentos, inclusive aqueles referentes à coleta de dados, comparados e postos em cheque com o contexto e a forma em que foram produzidos.

Para Hadji (2001), a passagem de uma avaliação normativa para a formativa, implica necessariamente uma modificação das práticas do professor em compreender que o aluno é, não só o ponto de partida, mas também o de chegada. Seu progresso só pode ser percebido quando comparado com ele mesmo: Como estava? Como está? As ações desenvolvidas entre as duas questões compõem a avaliação formativa.

A função nuclear da avaliação é ajudar o aluno a aprender e ao professor, ensinar. (Perrenoud, 1999), determinando também quanto e em que nível os objetivos estão sendo atingidos. Para isso é necessário o uso de instrumentos e procedimentos de avaliação adequados. (Libâneo, 1994, p.204).

O valor da avaliação encontra-se no fato do aluno poder tomar conhecimento de seus avanços e dificuldades. Cabe ao professor desafia-lo a superar as dificuldades e continuar progredindo na construção dos conhecimentos. (Luckesi, 1999)

No entender de Luckesi (1999, p.43) “para não ser autoritária e conservadora, a avaliação tem a tarefa de ser diagnóstica, ou seja, deverá ser o instrumento dialético do avanço, terá de ser o instrumento da identificação de novos rumos”. Na página 44, coloca o autor “a avaliação deverá verificar a aprendizagem não só a partir dos mínimos possíveis, mas a partir dos mínimos necessários”[1]. Enfatiza também a importância dos critérios, pois a avaliação não poderá ser praticada sob dados inventados pelo professor, apesar da definição desses critérios não serem fixos e imutáveis, modificando-se de acordo com a necessidade de alunos e professores.

Modificar a forma de avaliar implica na reformulação do processo didático-pedagógico, deslocando também a idéia da avaliação do ensino para a avaliação da aprendizagem.

Saviani, (2000, p.41), afirma que o caminho do conhecimento “É perguntar dentro da cotidianidade do aluno e na sua cultura; mais que ensinar e aprender um conhecimento, é preciso concretizá-lo no cotidiano, questionando, respondendo, avaliando, num trabalho desenvolvido por grupos e indivíduos que constroem o seu mundo e o fazem por si mesmos”.

“O importante não ‘é fazer como se’ cada um houvesse aprendido, mas permitir a cada um aprender”[2]. (Perrenoud, p. 165, 1999)


Fonte: Centro de Referência Educacional

quinta-feira, 12 de junho de 2008

ORIGEM DO DIA DOS NAMORADOS

O Brasil é o único país a comemorar o dia dos namorados em 12/06, o resto do mundo comemora em 14 de Fevereiro, dia de São Valentim ou Valentine's Day.
A comemoração do Valentine's Day tem origem na Roma antiga, período marcado por muitas guerras.Todos os homens da cidade eram convocados a ir para guerra, mas os homens mais velhos se recusavam a abandonar suas famílias e os homens mais jovens se recusavam a ir para não deixar suas namoradas.
Isso de fato era um grande problema para o império, pois a conquista e a defesa das terras eram questões importantes a serem resolvidas.Com isso o imperador Cláudio, conhecido como "o cruel", teria proibido a realização de casamentos a fim de obrigar os homens de irem para a guerra.
Um religioso conhecido como Valentine teria desobedecido a ordem do imperador e realizado escondido vários casamentos.Cláudio descobriu o ordenou que o padre Valentim fosse aprisionado.Desde então, em homenagem ao padre aquele de defendeu os apaixonados, é comemorado o Valentine's Day ou dia dos Namorados.

Português- Acentuação Gráfica






Português Tipos de Frases






Ortografia Sons do X








quarta-feira, 4 de junho de 2008

05 de junho - Dia mundial do meio Ambiente!

Como você tem cuidado do meio ambiente?
Comece nas coisas mais simples, jogue lixo no lixo, cuide das plantas, espalhe notícias sobre o meio ambiente, não deixe a torneira aberta, reutilize sucatas para artesanatos e proteja os animais.
Na sua escola, sua rua, sua cidade, há vegetação?
Promova, com sua professora e seus colegas, uma passeata na cidade, em favor do meio ambiente, com cartazes, faixas, mudas de plantas, e tudo o mais que vier da sua criatividade.
Juntos vamos mudar o meio ambiente para melhor!

segunda-feira, 2 de junho de 2008