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domingo, 6 de abril de 2008

Sugestões de exercícios para ajudar as crianças a perceberem as relações entre letras e sons:


SUGESTÕES DE EXERCÍCIOS


Sugestões de exercícios para ajudar as crianças a perceberem
as relações entre letras e sons:

1)Ajude as crianças a reconhecerem diferenças de uma única letra que criam diferenças de som e de sentido:

lobo-bobo medo-dedo tiro-tipo coco-coca
faca-vaca menino-menina pato-pata
mel-fel pata-lata mata-mapa

2)Mostrar palavras que se escrevem e se lêem do mesmo modo mas têm sentidos diferentes, dependendo da frase em que se encontram: manga, casa, pé, etc.

3)Apresente as palavras próximas umas embaixo das outras e destaque as partes iguais:

chapeuzinho netinho mata bobo chá
charuto cestinho mala cabo fechado
chata ninho cama lobo fechadura
uma bucha

4)Ensine as crianças a recitar ou a cantar versinhos ou quadrinhas, falando mais alto as palavras que rimam, podem bater palmas quando elas aparecerem.



5)Organizar listas, cartazes ou livrinhos de palavras com a mesma letra ou sílaba inicial.


6)Aproveite situações do dia-a-dia da criança e sugira à ela que crie seus próprios textos músicas, histórias, notícias etc, que sejam de seu interesse.


7)Proponha que descubram uma palavra "escondida" ou contida dentro da outra.

Exemplos:

Qual é a palavra que está "escondida" em todas as palavras abaixo?

barba - acabar - barbado
Resposta: BAR


E nestas outras?

mar - martelo - marmelo - amar - remar - somar - Marcelo

Resposta: MAR


As crianças estarão lendo quando forem capazes de perceber como as letras funcionam para representar os sons da língua e ao mesmo tempo possam entender o que estão lendo.


Lembro que o processo de Alfabetização, deve caminhar de maneira natural, significativo e gradativamente na direção do conhecimento de palavras, sílabas, letras e regras ortográficas.


A leitura inicial deverá ser interessante e prazerosa, para que não ocorra o risco de as crianças acharem que a leitura não serve para nada.

Toda criança deve entender que a leitura e a escrita têm uma função social.

Referências bibliográficas:
CARVALHO, Marlene. Alfabetizar e Letrar. Editora Vozes,2005.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Chegada da Família Real no Brasil


Mas... por que eles vieram para cá?
A instalação da família real portuguesa no Brasil, há 200 anos, foi responsável por uma transformação política no país. Para o Rio de Janeiro, a herança foi ainda maior. Quando o príncipe regente desembarcou no Rio de Janeiro, a cidade já era a segunda mais rica do Império, atrás apenas de Lisboa. Mesmo assim, foi de uma hora para outra que ela deixou de ser a capital de uma colônia para se transformar na Corte do império português.

A prioridade de Portugal era manter suas colônias e a segurança do seu reino. No início do século XIX Napoleão Bonaparte era imperador da França. Ele queria conquistar toda a Europa e para tanto derrotou os exércitos de vários países. Mas não conseguiu vencer a marinha inglesa.
Nessa época, Portugal era governado pelo príncipe regente Dom João. Como Portugal era um antigo aliado da Inglaterra, Dom João ficou numa situação muito difícil: se fizesse o que Napoleão queria, os ingleses invadiriam o Brasil, pois estavam muito interessados no comércio brasileiro; se não o fizesse, os franceses invadiriam Portugal.

A solução que Dom João encontrou, com a ajuda dos aliados ingleses foi transferir a corte portuguesa para o Brasil. Em novembro de 1807, Dom João com toda a sua família e sua corte partiu para o Brasil sob a escolta da esquadra inglesa. 15 mil pessoas vieram para o Brasil em quatorze navios trazendo suas riquezas, documentos, bibliotecas, coleções de arte e tudo que puderam trazer. Quando o exército de Napoleão chegou em Lisboa, só encontrou um reino abandonado e pobre.

O Brasil ainda era uma colônia de Portugal. Tudo o que produzíamos era enviado à metrópole. Não podíamos fazer comércio com outros países, nem ter nossas próprias moedas, jornais e livros. Além do isolamento, faltavam boas estradas e moradia para a população.

O príncipe regente desembarcou em Salvador em 22 de janeiro de 1808. Ainda em Salvador Dom João abriu os portos do Brasil aos países amigos, permitindo que navios estrangeiros comercializassem livremente nos portos brasileiros. Essa medida foi de grande importância para a economia brasileira.

De Salvador, a comitiva partiu para o Rio de Janeiro, aonde chegou em 08 de março de 1808. O Rio de Janeiro tornou-se a sede da corte Portuguesa. Com a chegada da Família Real ao Brasil, novos tempos para a colônia!

Curiosidades sobre a chegada
da família real portuguesa ao Brasil


Chegaram a Salvador depois de 54 dias no mar.

Trouxeram louças, pratarias, móveis, obras de ate, até duas pequenas carruagens.

Criou três ministérios: o da Guerra e Estrangeiros, o da Marinha e o da Fazenda e Interior; instalou também os serviços auxiliares e indispensáveis ao funcionamento do governo, entre os quais o Banco do Brasil, a Casa da Moeda, a Junta Geral do Comércio e a Casa da Suplicação (Supremo Tribunal).

Dom João cria o Jardim de Aclimação, atual Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

Criação da Escola Médica Cirúrgica de Salvador.

Construção de estradas; os portos foram melhorados.

Foram introduzidas no país novas espécies vegetais, como o chá.

Promoveu a vinda de colonos europeus.

A produção agrícola voltou a crescer. O açúcar e do algodão, passaram a ser primeiro e segundo lugar nas exportações, no início do século XIX.

Medidas de incentivo à cultura.




















quinta-feira, 27 de março de 2008

Centenário da Imigração Japonesa no Brasil






Os japoneses que vivem atualmente no Brasil têm uma bela história. Eles vieram para cá há cem anos num navio chamado Kasato Maru, que trouxe as primeiras 165 famílias japonesas, 781 pessoas que sonhavam com uma vida melhor. A viagem durou 52 dias! Com eles, trouxeram os costumes e tradições. Você gosta de sushi e sashimi? Pois é, são comidas tipicamente japonesas. E cantar no karaokê, você gosta? O karaokê também é uma tradição japonesa. O origami também é uma tradição deles. A origem da palavra é do japonês ori (dobrar) gami (papel), e quando juntamos as duas palavras a pronúncia fica origami. Aqui no Brasil, conhecemos como dobradura.



Linha do tempo da Imigração Japonesa no Brasil


No dia 18/06/1908 chega ao Brasil, no Porto de Santos, o navio Kasato Maru trazendo as primeiras 165 famílias japonesas, 781 pessoas que sonhavam com uma vida melhor. A viagem durou 52 dias!

Na década de 1910 instalou-se em Santos um pequeno grupo de profissionais autônomos e pequenos comerciantes imigrantes.

A partir de 1910, ao invés de empregados em regime de semi-escravidão em cafezais, os imigrantes passaram a vir como pequenos agricultores independentes produtores de arroz e algodão.

A primeira colônia foi a Colônia Monção, fundada em 1911 na região da estação Cerqueira César da linha férrea Sorocabana, interior de São Paulo.

Em 1915 foi fundada a primeira escola japonesa urbana em São Paulo.

Foi lançado em janeiro de 1916 o primeiro "jornal da colônia" chamado Nanbei.

As irmãs Kumabe, alunas da Escola Norma do Rio de Janeiro, são as duas professoras oficiais saídas da comunidade em 1918.

Na década de 1920 japoneses passaram a morar e abrir negócios na Rua Conde de Sarzedas, na região central da Sé em São Paulo.

A CAC - Cooperativa Agrícola de Cotia, a mais importante cooperativa agrícola de produtores imigrantes japoneses, foi oficialmente fundada em 1927, e começou com a união de 83 agricultores.

Os japoneses fundaram cidades como Bastos e Tietê, que hoje são importantes pólos urbanos regionais do interior paulista, fundadas em 1928.

Em 1929 os primeiros japoneses desbravadores da região amazônica instalaram-se em Acará, no Pará (atual Tomé-Açú).

Em 1938 havia em São Paulo 294 escolas japonesas (a título de comparação, havia 20 escolas alemãs e 8 italianas).

Havia sinais de que muitos imigrantes já tinham o intuito de adotar o Brasil como nova pátria definitiva. O primeiro e mais claro sinal foi o início da construção do Nippon Byoin (Hospital Japão), atual Hospital Santa Cruz em São Paulo, em 1936.

Em 1940 a circulação de todas as publicações em japonês é proibida.

A imigração de japoneses ao Brasil foi proibida, e o navio Buenos Aires Maru, que chegou ao país em 1941, foi o último de um ciclo iniciado pelo Kasato Maru.

Em 1948 é eleito vereador de São Pulo o primeiro nikkei, Yukishige Tamura.

É promovido um acordo e o governo Federal liberou os bens confiscados dos imigrantes em 1949.

Em 1951, cinco mil famílias imigrantes são autorizadas a entrar no país.

Em 1958 o príncipe Mikasa visita o Brasil para participar das festividades do cinqüentenário da imigração japonesa.

Em 1964 é inaugurada na Rua São Joaquim em São Paulo a sede da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa.

A comunidade nikkei lota o estádio do Pacaembu em São Paulo para receber a primeira visita do casal imperial ao Brasil em 1967.

Em 1973 chega o último navio transportando imigrantes japoneses.

É inaugurado o Museu da Imigração Japonesa no Brasil em 1978.

Na década de 80 surgem as primeiras obras literárias escritas por nikkeis.

A ida de milhares de japoneses e descendentes do Brasil para o Japão atinge o seu auge no início dos anos 90.

Em 1992 foi criado o CIATE - Centro de Informações e Apoio aos Trabalhadores no Exterior. Este serviço funciona até hoje e tem sua sede no prédio da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa.

Comemorou-se em 1995 o centenário do tratado da Amizade, Comércio e Navegação entre Brasil e Japão.

Em 2008 comemora-se o centenário da Imigração Japonesa no Brasil.

Fonte : Smartkids

Ciências- O ciclo da água



Coleção Soletrando


A Bula - Interpretação 5º ano



FONTE COLEÇãO SOLETRANDO

quinta-feira, 20 de março de 2008

domingo, 16 de março de 2008

Feliz Páscoa


Explicando a PÁSCOA para as crianças


Explicando a PÁSCOA para as crianças
Fonte: Site Vivavida
Passo a passo:

1. Informe-se sobre a história de Jesus e o significado da Páscoa. Você pode ler a Bíblia ou pedir ajuda a um líder religioso de sua comunidade. Um catequista também pode ajudar, já que ele é familiarizado com a educação infantil

2. No dia de Páscoa ou nos dias que antecedem a Semana Santa, reúna um grupo de crianças (estudantes, filhos, primos e amigos) e organize-os em um círculo ou meio círculo em uma sala tranqüila e arejada

3. Converse com as crianças de forma tranqüila e pausada, descrevendo a elas cada uma das ações que você pedirá para serem feitas

4. Peça que fechem os olhos e toquem o corpo com as mãos. Vá perguntando se elas sentem o calor do próprio corpo e a sua própria respiração

5. Ainda de olhos fechados, peça para que coloquem a mão em seus corações e sintam a pulsação. Explique que isso é uma das formas de deus demonstrar a vida

6. Peça para que as crianças molhem a ponta de um dedo na água. Peça que sintam a sensação "gelada" da água e a secagem do dedo pela ação vento. Isso é uma forma de interação com o ambiente que as cerca

7. Diga para ficarem em silêncio e escutarem outras manifestações de vida ao seu redor: o cachorro que late no quintal, os pássaros que cantam

8. Peça que se observem, vendo os movimentos umas das outras, sentindo a respiração, o piscar dos olhos

9. Peça, então, que as crianças se abracem e se toquem umas às outras, para sentir que os amigos também têm vida

10. Peça para as crianças olharem através da janela e perceberem a vida fora da casa: as pessoas, o céu, as árvores. Fale sobre o universo e toda a vida que há nele

11. Explique às crianças que tudo o que sentiram são manifestações de vida. Converse com elas e incentive-as a falar sobre suas impressões

12. Conte brevemente a história de Jesus, de forma simples e compreensível. Ressalte sua mensagem de esperança e paz, diga quem foi ele, como foi a sua vida e o que ele fez durante sua estada na terra

13. Explique a história da morte de Jesus, afirmando às crianças que ele morreu por amor aos seres humanos, como forma de renovar suas vidas e de tentar torná-los pessoas melhores e mais felizes

14. Explique que o feriado de Páscoa é para celebrar o auge da vida desse homem que viveu há dois mil anos e deixou uma mensagem de amor ao próximo

15. Mostre uma figura alegre de Jesus e evite associá-lo àquelas imagens tristes da Paixão e Crucificação, que podem causar uma impressão ruim, negativa ou até mesmo medo nas crianças

16. Explique que a Páscoa é um dia de encontros, e que a festa fica ainda mais bonita, se o sentimento de amor com os pais, irmãos, amigos e parentes estiver presente

17. Explique que o ovo de chocolate é algo bom e gostoso, que serve para alimentar a todos e que deve ser repartido entre todos, assim como as boas palavras e idéias.

sábado, 15 de março de 2008

AFINAL, O QUE É LIXO?

AFINAL, O QUE É LIXO?

DEFINIÇÃO

Chamamos de lixo tudo aquilo que não nos serve mais e jogamos fora. Os dicionários de língua portuguesa definem a palavra como sendo: coisas inúteis, imprestáveis, velhas, sem valor; aquilo que se varre para tornar limpa uma casa ou uma cidade; entulho; qualquer material produzido pelo homem que perde a utilidade e é descartado.

Você já parou pra pensar que muito do que jogamos fora e consideramos sem valor pode ser aproveitado por outras pessoas?

Ué, mas se serve pra outras pessoas então não é lixo!

É isso aí, tá na hora de revermos o significado dessa palavra!

Que tal “tudo aquilo que foi descartado e que, após determinado processo, pode ser útil e aproveitado pelo homem”?

Os materiais que ainda podem ser usados para outros fins mesmo depois de serem descartados, passarão a ser chamados de MATERIAIS REAPROVEITÁVEIS; já aqueles materiais que precisam ser descartados, mas após sofrerem transformações podem novamente ser usados pelo homem passarão a se chamar MATERIAIS RECICLÁVEIS!!!

Por exemplo: aquela famosa poltrona feita de garrafas do tipo PET é um reaproveitamento. Por outro lado a transformação química e física da garrafa PET em fibras de poliéster para a fabricação de tecido para roupas é um processo de reciclagem .

Fonte:Associação Ecológica Ecomarapendi(recicloteca)

Terrário (meio ambiente)

Um terrário é uma miniatura do mundo. Ele imita o Meio Ambiente das plantas e realiza, na sua pequena área, o ciclo da água completo. Com o aumento da temperatura, a água usada para regar o solo evapora e se junta à água proveniente da transpiração das plantinhas, formando uma concentração de vapor de água. No ambiente fechado, este vapor condensa-se e, em pequenas gotas, retorna para irrigar novamente o solo. E, tudo começa novamente.

As crianças vão gostar de observar as gotinhas se formando, e isso será uma prova visível (e constatativa) do ciclo das águas.

Será útil mostrar às crianças uma ilustração de como o ciclo das águas se processa na natureza para que elas façam comparações.


Duas garrafas de coca-cola de 2 litros, uma xícara (aproximadamente) de pedregulho, do tipo para aquário, uma xícara de carvão vegetal, três a quatro xícaras de terra (preferivelmente a adubada organicamente), duas a quatro mudinhas de plantas diferentes (para serem usadas de acordo com o tamanho do vidro), uma xícara de água filtrada.


Recorta-se uma das garrafas de plástico em cerca de ¾ de seu corpo, e outra, pelo lado contrário, cortada a ¼ do corpo. Após a montagem, a parte menor funcionará como tampa e deverá ser fixada à outra com fita crepe.

Colocar a pedrinha no fundo, seguida do carvão vegetal e da terra. Fazer um buraco na terra, reservando a terra retirada, colocar a plantinha e repor a terra retirada ao seu redor.


Regar o terrário cuidadosamente e tampá-lo. Colocar o terrário em lugar com claridade média, mas não diretamente à luz do sol.

O terrário não exigirá cuidados especiais, manter-se-á sozinho. A cada semana ou duas, remover a cobertura para que as plantinhas recebam uma brisa fresquinha por uns 15 minutos. As plantinhas poderão ser aparadas, se for o caso.
O terrário também pode ser feito com um vidro de “boca larga” (tipo de geléia) ou com um aquário pequeno.

Filtro d'água ( meio ambiente)

A natureza filtra naturalmente toda a água que vem da chuva.

A água passa por diversa camadas de solo até chegar aos rios subterrâneos e de lá voltarem a superfície numa nascente cristalina.

Para imitar, e poder fazer com que seus alunos entendam melhor a natureza, construa com eles o filtro ao lado.


1- Cortar o fundo de uma garrafa de refrigerante de dois litros. Lavar bem.

2- Colocar primeiro um pouco de algodão limpo tampando a saída do gargalo.



3- Depois, em ordem, conforme o desenho, colocar pedras e areia. Tanto a areia e as pedras devem ser lavadas antes com água limpa.

4- Colocar a garrafa sobre um copo grande ou uma jarra.

5- Colocar água limpa no filto para que seja lavado antes de usar, isso também faz com que a aréia e as pedras se acomodem.
6- Preparar água “suja” com pedacinhos de papel, água com terra, pedaços de folhas de plantas, pétalas de flores, cascas e sementes de frutas etc. Misturar tudo muito bem. Observar que todas os ingredientes sejam orgânicos e não químicos.

7- Despejar a água suja aos poucos com a ajuda de uma concha, e observar como a água sai limpa pelo gargalo, deixando toda a sujeira dentro do filtro.

8- Observar apenas o processo, não beber a água.

A Lenda do Perdão...

Conta uma antiga lenda que existia uma cidade onde a palavra perdão nunca existiu.

As pessoas eram, portanto, donas da verdade, arrogantes e sofriam de uma terrível moléstia, complexo de superioridade.

A convivência era bastante complicada porque todos se consideravam perfeitos e com isso não enxergavam, nem admitiam seus defeitos, erros e equívocos.

Nessa cidade reinava a vaidade, a competição e a inimizade, por mais que elas andassem disfarçadas por detrás de sorrisos e manifestações de afeto.

Um dia uma mulher, vinda de outra cidade, foi morar lá.

Todos as tardes ia até a padaria e na volta sempre passava por uma praça onde um grupo de rapazes jogava bola.

Seu trajeto seria bem menor se ela cruzasse a praça, mas para não atrapalhar o jogo deles ela fazia o seu caminho contornando a praça. Claro que nenhum deles nunca percebeu ou deu valor à sua gentileza. Naquela cidade muito poucos entendiam desse assunto.

Certo dia essa mulher estava cheia de preocupações, com a cabeça bastante perturbada e na volta da padaria não se deu conta do caminho que tomou e atravessou a praça no exato momento em que um dos rapazes ia fazer um gol. O jogo parou, todos se olharam e o tal jovem, muito bravo, perguntou à ela:

A senhora não está vendo o que fez? Que falta de atenção, até mesmo de consideração! Custava dar a volta na praça?

E ela respondeu:
- Há cerca de seis meses que todos os dias eu dou a volta na praça para não atrapalhar o jogo de vocês. Hoje, no entanto, eu confesso que me distraí. Estava muito envolvida com meus pensamentos. Peço a todos vocês perdão por isso.

Ninguém entendeu o que ela quis dizer e um dos meninos perguntou:
- Perdão? O que é perdão? Nunca ouvimos essa palavra.

- Perdão é um ato de humildade, embora alguns julguem ser um ato de humilhação.

Os meninos foram para suas casas muito pensativos e contaram a seus pais sobre o perdão.

Errar, cometer injustiças, tomar atitudes precipitadas que podem prejudicar e magoar terceiros são coisas das quais todo ser humano está sujeito.

Reconhecer seus erros e pedir perdão, no entanto, nem todos os seres humanos são capazes. Para isso é necessária uma enorme dose de humildade, um coração sensato e um espírito elevado.

Só os grandes sabem pedir perdão!

Dizem que aquela cidade anda muito diferente, mais alegre, as pessoas mais amigas, menos rivalidades e que todos além de terem aprendido a pedir perdão, agora também estão aprendendo a perdoar.

quarta-feira, 12 de março de 2008

PROJETO AMIZADE – EDUCAÇÃO INFANTIL


Educação Infantil
PROJETO AMIZADE – EDUCAÇÃO INFANTIL

1. OBJETIVOS

· Desenvolver competências sociais em crianças de quatro a seis anos

· Mostrar como serem amigas

· Exercitar a identificação, sensibilidade e fala pública sobre diferentes sentimentos

· Destacar como lidarem com as quatro emoções básicas: medo, alegria, tristeza e ira

· Ajudar a expressarem sentimentos que lhes desagradam

2. PÚBLICO-ALVO

· 15 a 20 crianças de quatro a seis anos

3. RECURSOS MATERIAIS E HUMANOS


· Recursos materiais: cartolinas, canetas hidro-cor, revistas velhas

· Outros recursos materiais, caso se faça opção por um treinamento e expressão das múltiplas inteligências (Ver fonte de referência 5º)

· Recursos Humanos: um a dois Mediadores previamente treinados

4. QUESTÕES RELEVANTES

· O que é a amizade?

· Amizade é o mesmo que amor?

· O que é um amigo de verdade?

· Qual a importância de um amigo?

· O que é o medo?

· Que coisas nos fazem felizes?

· Por quê ficamos tristes?

· O que nos deixa com raiva?

· Como não falar a um amigo?

· Como falar a um amigo?

E inúmeras outras do mesmo tipo, levantadas pelas próprias crianças


5. FONTES DE REFERÊNCIA

· ANTUNES, Celso – Alfabetização Emocional. Petrópolis. Editora Vozes. 7ª edição. 1999

ANTUNES, Celso – Fascículo 6 da Coleção Na Sala de Aula / A Alfabetização Moral em Sala de Aula e em Casa, do Nascimento aos Doze anos. Petrópolis. Editora Vozes. 2ª Edição. 2002

· ANTUNES, Celso – Fascículo 7 da Coleção Na Sala de Aula / Um Método para o Ensino Fundamental: o Projeto. Petrópolis. Editora Vozes. 2ª Edição. 2002

· ANTUNES, Celso – A Construção do Afeto. São Paulo. Augustus Editora. 4ª edição. 2001

· ANTUNES, Celso – Fascículo 3 da Coleção Na Sala de Aula / Como Desenvolver Conteúdos Explorando as Inteligências Múltiplas. Petrópolis. Editora Vozes. 2ª Edição. 2002

· LeDOUX, Joseph - O Cérebro Emocional. São Paulo. Editora Objetiva. 1998

· RESTREPO, Luis Carlos – O Direito à Ternura. Petrópolis. Editora Vozes. 2ª edição. 1998


6. COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS

· Afetividade

· Auto-estima

· Otimismo

· Controle dos impulsos

· Empatia – Compreensão do outro

· Prestatividade e solidariedade

· Sinceridade

· Empatia no ouvir

· Comunicação Interpessoal

· Pensamento dirigido

· Autoconhecimento

· Administração das Emoções

7. FASES DO PROJETO

· ABERTURA

Mediadores, pais, professores, pessoas da comunidade especialmente convidadas discutem e elegem as competências desejadas e a seleção de questões que a culminância do projeto deverá responder.


· O TRABALHO PRÁTICO – ESTRATÉGIAS

PREPARAÇÃO DO ROTEIRO

Os professores e os Mediadores escreverão roteiros de apresentações teatrais simples, cuja duração não deve exceder 15 minutos e que devem vivenciar cenas do cotidiano dos alunos envolvendo temas de relações interpessoais para ajudarem as crianças aprenderem como serem amigas, reconhecerem e falarem sobre diferentes sentimentos, lidarem com verdade e com a mentira, com a ira e com a dor, com o medo e a tristeza, com a alegria e com a felicidade e como expressarem o que lhes agrada e desagrada. Essas pequenas peças podem simular situações do pátio da escola, disputa por lugares, formas de abordagem, etc.


ENSAIO


Para cada encenação haverá um grupo de “atores” e outro de “espectadores”, mas todos os alunos nas diferentes peças desenvolverão ambos papeis. Durante o ensaio não deve ocorrer a prioridade de “lições de conduta” ou julgamento sobre “atitudes certas ou erradas” ainda que o aparecimento destas, possa gerar uma resposta serena e coerente por parte do(s) intermedializador(es). Os Mediadores poderão ou não introduzir o “ponto” com um ator que não aparece, ajudando os atores nas falas a serem praticadas.

APRESENTAÇÃO

A apresentação de cada peça se dará de forma similar a qualquer apresentação teatral.

DEBATES

Após a encenação deverão ocorrer os debates, envolvendo inicialmente apenas os alunos e os Mediadores. Nesse debate deve prevalecer a solicitação de opiniões sobre atitudes, gestos, posturas, ações ainda que as mesmas não devam suscitar julgamentos morais por parte dos professores. Não existe um tempo prescrito previamente para a duração dos debates, embora os Mediadores devam mostrar sensibilidade para não o prolongarem além dos limites do interesse por parte dos alunos envolvidos.

SÍNTESE CONCLUSIVA

Concluído os debates os Mediadores sintetizarão as conclusões gerais, enfatizando o que se levou os alunos a aprenderem com a atividade.

FECHAMENTO

É extremamente importante destacar que os valores e os ensinamentos conquistados necessitem ser retomados em momentos e circunstâncias diferentes, internalizando-se nas atitudes dos professores, contextualizando-se aos temas curriculares desenvolvidos. Em verdade, a encenação, debate e síntese conclusiva jamais deve “encerrar” a atividade, antes abrir espaço para práticas sobre novas formas de relacionamento e emprego constante das habilidades sociais no cotidiano dos alunos.

8. LINGUAGENS APLICADAS

Importante atividade de reforço é, em outra oportunidade, reunir-se os participantes do Projeto solicitando que expressem através de diferentes linguagens – pinturas, paródias, colagens, desenhos, corais, etc. – os valores desenvolvidos e supostamente apreendidos durante a atividade.

Atividade extremamente enriquecedoras é utilizar diferentes estratégias de comunicação, conforme as inteligências humanas suscitadas – lingüistica, lógico-matemática, visuo-espacial, sonora, cinestésico-corporal, naturalista, intra e interpessoal – e organizar painéis ou murais expressando os valores assumidos.

9. AVALIAÇÃO

A forma de avaliação será desenvolvida através da comparação de relatórios organizados por todos os elementos da equipe docente avaliando as atitudes dos alunos em sala de aula e no pátio da escola, antes e depois da realização de cada encenação, enfatizando a eventual permanência, após seis meses ou mais, de valores eventualmente assumidos.

sábado, 8 de março de 2008

sexta-feira, 7 de março de 2008

8 de março: Dia Internacional da Mulher



8 de março: Dia Internacional da Mulher

No dia Internacional da Mulher celebrarmos todos os direitos adquiridos pelo sexo feminino!

Desde os meados do século XIX, as mulheres lutam por melhores condições de trabalho e por direitos políticos e socias. Antigamente as mulheres não tinham o direito ao voto, já imaginou! No Brasil a mulher só teve direito ao voto em 1932, durante o governo de Getúlio Vargas.

O dia 8 de março foi escolhido porque nesta mesma data em 1857, na cidade de Nova Iorque, um grupo de mulheres operárias lutavam por uma carga horária de trabalho mais digna. Vejam só, pediam a redução de 14 horas para 10 horas de trabalho, atualmente a carga horária é de 8 horas por dia! Infelizemente o ato foi reprimido com violência e muitas mulheres morreram por esta causa.

Grandes Mulheres que fizeram diferença

CORA CAROLINA - (20/08/1889 – 10/04/1985)
Bati na porta de um coração. Bati. Bati. Nada escutei. Casa vazia. Porta fechada, foi que encontrei...
IRMÃ DULCE - (26.05.1914 – 13.03.1992)
Dedicou sua vida às obras sociais e à caridade “Quero morrer aos lado dos pobres”.
CASSIA ELLER -(10.12.1962 – 29.12.2001)
Entre as coisas bem - vindas que já recebiEu reconheci minhas cores nela, então eu me vi
CARMEM MIRANDA - (09.02.1909 – 05.08.1955)
O que é que a baiana tem?Você se vista e casa então onde quiser que eufico mesmo no Brasil honrando um nome de mulher
MADRE TEREZA -(26.08.1910 – 05.09.1997)
Recebeu inúmeras honras, inclusive o Nobel da Paz em 1979, "Pessoalmente nada valho. Eu aceito este prêmio em nome dos pobres"
CHIQUINHA GONZAGA - (17.10.1847 – 28.02.1935)
Que nos põe a cabeça andar à roda Sonhando com delícias, com paixões.

Pense nisso!!!

quarta-feira, 5 de março de 2008

A história do Lápis


A história do Lápis


O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura perguntou:

- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E, por acaso, é uma história sobre mim?

A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:

- Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.

O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.

- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!

- Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.

Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Essa mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade.

Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor.

Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça.
Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você.

Finalmente, a Quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida, irá deixar traços, portanto procure ser consciente de cada ação.

(PAULO COELHO)

A Ressurreição


A Ressurreição

OBJETIVOS:
· Reconhecer o sentido religioso da Páscoa..
· Identificar os Símbolos Pascais.
· Preparar-se para a Páscoa.

SITUAÇÕES:
· Contar a passagem da ressurreição. (JO. 20, 1-10)
· Comentar a Ressurreição de Jesus.
Na festa de despedida, Jesus disse a seus amigos que Ele iria morrer, mas depois viveria de novo, porque Ele era o Filho de Deus. Foi o que aconteceu. Ressuscitou! Quer dizer: Viveu de novo. Nós acreditamos que Ele é Deus, que nos ama, por isso ficamos felizes com a sua Ressurreição.
· Dar o verdadeiro sentido da Páscoa.
Jesus passou da morte para a vida e Páscoa significa passagem - passagem da morte para a vida. È passagem da tristeza para a alegria.
· Páscoa é a gente passar de uma vida cheia de brigas para uma vida de amizade.
· É passar de uma falta de ajuda à mamãe e ao papai, para uma ajuda sempre pronta e alegre.
· Páscoa é poder ver a beleza das coisas que Deus criou.
Por isso nós que somos amiguinhos de Jesus devemos também mudar para melhor, ajudando os outros, desculpando, amando, agradeendo, sendo amiguinhos de todos, emprestando o que é nosso...

Ma festa da Páscoa, vemos em todas as lojas, nas vitrinnes, na escola, coelhinhos, ovos de páscoa, cordeirinhos, peixe, trigo, uva... Por quê?

COELHINHA - é um animal que durante o ano, tem muitos e muitos filhotes. Por isso a coelha lembra a Igreja de Jesus com todos os seus filhos, espalhados pelo mundo inteiro, crescendo sempre

CORDEIRO - é a imagem de jesus. Muto tempo antes de Jesus nascer, os judeus, na época da Páscoa, matavam um cordeirinho. Em uma festa da Páscoa, os homens que não gostavam de Jesus, O mataram, pregando-O na Cruz. Morrendo na Cruz, Jesus deu o perdão para todos. Por isso, Jesus é chamado Cordeiro Pascal.

CÍRIO PASCAL- é uma vela grande que vemos na Igreja, no Domingo de Páscoa. Esta vela grande representa Jesus ressuscitado que é a Luz do mundo.

OVOS - o ovo de Páscoa lembra Jesus morto no sepulcro. O sepulcro é como o ovo que guarda em si a vida nova.

GIRASSOL - tem significado especial. Assim como ele está sempre voltado para o astro-rei, nossas vidas se voltam para o Divino Rei - Cristo Jesus.

Atividade Páscoa

O QUE SIGNIFICA A PÁSCOA?


O QUE SIGNIFICA A PÁSCOA?


A PALAVRA PÁSCOA VEM DO HEBRAICO PESSACH, QUE SIGNIFICA RESSURREIÇÃO, VIDA NOVA. OS ANTIGOS HEBREUS FORAM OS PRIMEIROS A COMEMORAR A PÁSCOA, QUE POSSUI DIVERSOS SIGNIFICADOS. EM TERMOS HISTÓRICOS, ELA CELEBRA A LIBERTAÇÃO DOS HEBREUS DA ESCRAVIDÃO NO EGITO E A PASSAGEM ATRAVÉS DO MAR VERMELHO. LIVRES, ELES PASSARAM A FORMAR UM POVO COM UMA RELIGIÃO E UM DESTINO COMUNS.
OS CRISTÃOS TAMBÉM COMEMORAM A PÁSCOA. NO ENTANTO, O SIGNIFICADO DA FESTIVIDADE É DIFERENTE NO CRISTIANISMO. NELA, CELEBRA-SE A RESSURREIÇÃO DE JESUS CRISTO QUE, SEGUNDO A BÍBLIA, TERIA OCORRIDO TRÊS DIAS DEPOIS DA SUA CRUCIFICAÇÃO. ELA É A PRINCIPAL FESTA DO ANO LITÚRGICO CRISTÃO E, PROVAVELMENTE, UMA DAS MAIS ANTIGAS, POIS SURGIU NOS PRIMEIROS ANOS DO CRISTIANISMO.
A PÁSCOA É UMA DATA MÓVEL. HÁ UM MODO FÁCIL DE SABER QUANDO É O DOMINGO DE PÁSCOA. BASTA CONTAR 46 DIAS A PARTIR DA QUARTA-FEIRA DE CINZAS. A PÁSCOA CRISTÃ É ANTECEDIDA PELA QUARESMA, PERÍODO QUE DURA 40 DIAS ENTRE A QUARTA-FEIRA DE CINZAS E O DOMINGO DE RAMOS, QUE ACONTECE UMA SEMANA ANTES DA PÁSCOA. OS CATÓLICOS DESTINAM A QUARESMA PARA FAZER PENITÊNCIA, COMO O JEJUM, COM O OBJETIVO DE LIBERTAR AS PESSOAS DOS PECADOS.

Ilustrando poeminha :Ed.Infantil

Ilustrando poeminha :

SORRISO

Eu vi:
Uma chuva de estrelas,
Caindo no mar...



Eu vi:
Uma chuva de cores,
Bailando no ar ...




Eu vi:
Uma chuva de flores,
Cobrindo o jardim...
Exemplo:





Eu vi:
Um lindo coelhinho,
Sorrindo pra mim...




PLANO DE AULA TEMA: Pequenos Animais de Jardim



TEMA: Pequenos Animais de Jardim


Objetivos de Conhecimentos:
• Estabelecer relações entre características e comportamentos dos seres vivos e condições do ambiente em que vivem;
• Perceber diferenças e semelhanças entre alguns animais que habitam o jardim.
Objetivos de procedimentos:
• Formular perguntas e suposições sobre o assunto de estudo;
• Buscar e coletar informações por meio da observação direta e indireta.
Objetivos de Atitudes:
• Organizar e registrar informações por meio de desenhos e pequenos textos;
• Comunicar, de modo oral, dados e conclusões, respeitando as diferentes opiniões;
• Valorizar o trabalho em grupo, sendo capaz de ação crítica e cooperativa para a construção coletiva do conhecimento.
Atividades:
1º momento:-
Roda de conversas – Tema – Bichinho de Jardim
1. Que tipo de animais podemos encontrar no jardim?
2. Há animais dentro do solo?
3. Há animais que visitam as flores?
4. Embaixo de pedras, em cascas de árvores velhas, há animais?
5. Há animais na água? E no ar?

2º momento:-
Observação:
• Exploração de campo;
- jardim da escola;
- jardim da casa da criança.

3º momento:-
- Confecção da lista de animais;
- Classificação produzida pela classe.
4º momento:-
• Escolha do animal

5º momento:-
- Divisão do campo de observação:
• Habitat;
• Hábitos;
• Anatomia;
• Fisiologia;
- Registros – elaborados pelo grupo;
- Desenhos.

6º momento:-
Sistematização dos conhecimentos;
Classificação

Conteúdos da Pré Escola





Faixa Etária: 02 anos a 6 anos e 11 meses
1- Língua Portuguesa
1.1- Objetivos: Espera-se que a criança:
. Expresse o pensamento com desembaraço:
. Utilize a linguagem como meio de ampliação do pensamento. organizando idéias e sequenciando-as logicamente:
. Identifique a função social da leitura e da escrita. através de múltiplas atividades de linguagem:
. Perceba a relação entre palavras falada e a palavra escrita. iniciando-se. assim. a sistematização da alfabetização.
1.2- Conteúdos: .
. Expressão e interpretação de vivências através de diferentes formas de manifestação: * gesto:
* desenho:
* cores:
* movimentos:
* sons: .
* palavras;
* conversas (relatos, comentários, debates);
* entrevistas.
A expressão oral como forma de comunicação:
* conversas;
· relatos - em seqüência. acontecimentos vivenciados;
· reprodução - em seqüência, histórias, vídeos;
· criação de histórias;
· ampliação do vocabulário.
. Conhecimento das várias modalidades de linguagem: *narrações:
* poemas;
* histórias;
* quadrinhas;
* parlendas;
* trava-língua:
* piadas;
* música;
* adivinhações:
* provérbios.

. O desenho como representação gráfica da idéia;
* pessoas;
* objetos:
* cenas:
* situações:
* desenho livre:

*Diferenciação entre desenho e escrita.
Produção de escrita espontânea (grafismo), r­Compreensão do que e o que ela representa.

Reflexão e operação com a linguagem. na sua função social:
* jornais:
. revistas:
* livros:
* dicionários:
* enciclopédias:
. bilhetes. recados:
. propagandas:
. receitas:
* bulas:
* placas informativas;
* histórias em quadrinhos:
* cartas;
* diários:
* anúncios:
* cartazes:
. listas de nomes. de supermercados. telefones.
· A escrita como representação na fala. --­
· .Reconhecimentos e escrita do seu nome, de seus colegas, objetos. logradouros do seu meio ambiente. r­
· Construção de textos espontâneos, mesmo sem apresentar conversão na escrita:-­
* Reescrita de histórias a partir de leitura e, interpretação de narrativas infanto­-juvenil contos, fábulas, lendas
* relato de experiências, individual e coletiva;
* histórias em quadrinhos;
. paródias.
. Aquisição de base alfabética e do funcionamento do' sistema de representação da
l'íngua escrita:
. escrita como representação da fala e as letras como representação do fonemas;

* as formas e tipos de letras (de forma, cursiva, maiúscula e minúscula);
* as diferentes interpretações dos textos;
* as diferentes maneiras de construir outros textos, a partir de textos lidos.
2- Matemática
2.1- Objetivos: Espera-se que a criança:
. Desenvolva o raciocínio lógico-matemático, através de experiências concretas; . Participe, ativamente, na busca de soluções dos problemas que surgirem,
2.2 - Conteúdos:
. O professor deverá detectar em que momento se encontra o conhecimento da criança nos conceitos referentes a:
* grandeza - maior/menor, grosso/fino, alto/baixo;
* posição - em cima/em baixo. entre, direita/esquerda:
. direção e sentido - para frente/para trás, para direita/para esquerda, para
cima/para baixo. no mesmo sentido/em sentidos contrários. meia volta/uma volta:
. identificar a subtração com uma situação-problema que envolve a Idéia ae tirar.
de comparar ou de completar:
identificar a divisão como uma situação-problema que envolve a Idéia de separar uma coleção. em grupos. com o mesmo nu meros de objetos . Geometria:
exploração sensorial de objetos:
. Distinção de formas:

Percepção da forma como um atributo dos objetos físicos.
Relação espaço-tempo:

exploração espacial dos objetos. do próprio corpo e do meio ambiente:
orientação espacial (posição. direção. lateral Idade):
localização no tempo e sequenclalização.


3- Integração meio física e social
3.1- Objetivos: Espera-se que a criança:
. Se integre melhor ao seu meio físico e socIal. através da estimulação constante:
. Adquira experiências que facilitem a compreensão do mundo que a cerca e as inter­relações que nele ocorrem:
Experimente. observe e investigue.
3.2- Conteúdos:
. Identificar intervalos de tempo:
* hora, dia. semana, mês. ano:
* manhã, tarde. nOite:
* ontem, hoje. amanhã.
. Identificar suas atividades diárias e responsabilidades:
* Levantar. alimentar-se. executar tarefas (em casa e na escola) dormir, higiene
corporal.
* Identificar as próprias características e as das pessoas com as quais convIve em
casa e na escola:
.. Nome. idade, data do seu aniversário;
nomes das pessoas de sua família. relações de parentesco e funções que elas
exercem:
.. Nomes e funções que exercem as pessoas na escola;
.. sua pOSiçãO no contexto familiar e escolar:
* relações existentes entre as pessoas (de parentesco. de amizade, de
cooperação, (de trabalho e de estudo).
. Demonstrar comportamentos adequados de relacionamento e convívio social:
. Formas de cumprimentar as pessoas;
. Atenção e consideração pelo outro;
. Atitude de respeito à propriedade alheia e direito do outro.
. Identificar os direitos e deveres de cada pessoa da família e pela escola;
. Identificar as regras estabelecidas pela família e a escola:
. Estabelecer relações de posição e distância:
*sua posição geográfica na sala de aula:
*a posição da sala de aula em relação ao prédio da escola:
*pontos de referêncIa na vizinhança da escola e da casa:

. Reprodução animal: naSCimento e crescimento aos filhotes
. CaracterístIcas externas ao corpo humano-partes. órgãos ao sentido e características sexuais primarias:
" relação dos órgãos externos com as respectivas funções:
" importância do asseio corporal para manutenção da saúde.
.. Relação entre os órgãos dos sentidos e as percepções do ambiente:
" orientação espacial a partir do corpo da criança: lateral idade. anterioridade e profundidade.
. Algumas funções do corpo humano: alimentação de movimentos respiratórios. pulsação e batimentos cardíacos e aumento de transpiração e eliminação de dejetos:
" relação entre exercícIos físicos e aceleração de movimentos respiratórios.
batimentos cardíacos e aumento de transpiração:
" relação entre a intensidade da transpiração com o aumento da temperatura
ambiente:
" importância da higiene do vestuário. da alimentação e da habitação para a
manutenção da saúde.
. Diferentes etapas do crescimento e do desenvolvimento: recém-nascidos. lactente. pré-escolar. escolar. adolescente e adulto.
. Influência da alimentação no crescirnento e no desenvolvimento:
" ocorrência de algumas doenças próprias da Infância: sarampo, catapora.
coqueluche, etc.:
" importância da vacinação como meio de prevenir algumas doenças próprias da
infância.
4- Educação física
4.1- Objetivos: Espera-se que a criança:
. Explore os movimentos do seu corpo de forma coordenada:
. Localize-se bem no espaço, adquirindo o vocabulário específico quanto á posição,
localização e distância:
. Perceba a relação que eXiste entre seu corpo, objetos e demais seres vivos:
. Aumente sua disPosição física e adquira um refinamento da coordenação motora.
4.2- Conteúdos:
. Conhecer e dominar o próprio corpo - parado e em movimento:
" estruturação do esquema corporal:
" exploração das diferentes posições do corpo (sentado. deitado. ajoelhado);
" percepção dos segmentos do corpo (brancos. pernas. tronco. cabeças e suas
combinações);
" domínio de lateral idade:
" funções vitais do corpo (respirar. comer, pulsar. etc.).
" relações do Indivíduo e espaço ocupado
-pOSiçãO e distância:
. Relação do Indivíduo com os outros:
" socialização:
" autonomia:
" auto-conceito:
" afetividade.
. Desenvolvimento elementar das quantidades fíSicas primárias: andar, correr. saltar. equilibrar. flexionar e estender.

.. a distância percorrida de casa à escola em termos ae peno. longe numero aproximado de quadras.
. Identificar os elementos naturais e culturais eXistentes em seu amOlente:
.. rio. montanha. árvore. terra. céu e outros:
.. a existêncIa dos seres VIVOS:
.. sol. chuva. vento e temperatura:
.. tipos de construção:
.. tipos étnicos - seus hábitos e costumes;
. .. meios de transportes;
.. meios de comunicação.
. Identificar as necessidades básicas do ser humano:
.. alimentação. vestuário. higiene, habitação. afeto. lazer. sono. segurança
comunicação e locomoção.
. Identificar a ação do homem na transformação da natureza para atender suas necessidades:
. Reconhecer na transformação do meio o fruto do trabalho:
. Reconhecer o valor do trabalho cooperativo e organizado:
. Reconhecer os símbolos nacionais:
.. Hino e Bandeira Nacional.
Obs.: Os momentos festivos não devem ser tratados desvinculados do contexto, pois são suscitadores de análise crítica da realidade atual, podendo ser compartilhados com todos os segmentos da escola, pais e comunidade.
.. Ambiente - A matéria
. Reconhecimento de seres e objetos no ambiente;'
. Características dos objetos e seres - forma e tamanho:
.. posição dos objetos e seres ambientes. uns em relação aos outros:
.. posiições dos objetos e seres do ambiente em relação â criança.
. Comparação entre as massas e o tamanho dos objetos e seres:
.. medidas não padronizadas de massas e distâncias:
* medidas padronizadas de distâncIa:
. Classificação dos objetos e seres, segundo critérios variados:
. Objetos que afunda e flutuam na água;
. Algumas propriedades dos materiais-cheiro, sabor e consistência:
. Familiarização e exploração de materiais variados:
* descrever, comparar; reconhecer e identificar quanto à utilidade.
. Relação dos materiais com luz-brilho e transparência:
* materiais de ambiente que são necessários ao homem: madeira. areia, sal,
palha. couro, etc.;
.. materiais que o homem lança no ambiente: lixos, dejetos. fumaça, etc.:
" materiais que podem causar aCidentes ao homem por ingestão, contaminação
da pele, etc., como substâncias tóxicas. água contaminada. alimentos deteriorados ou ingestão de substâncias nocivas;
. Ocorrências de misturas no ambiente:
* processos de separação de misturas utilizadas na vida diária: catação,
peneiração e filtração:
* observação e realização de misturas de materiaiS diferentes (café com leite.
água e sal. água e óleo. água e área. etc.) . Distinção de sexo em alguns animaiS.

. Coordenação motriz (global e seletiva) em situação contextualizada (Jogo ao Faz de conta)
. Iniciação à construção de regras:
desenvolvImento da socialização:
respeito a SI e aos outros:
participação:
situações individuais e coletivas.
Desenvolvimento de hábitos salutares:
noções de higiene pessoal:
postura:
alimentação: vestuário:
.ordem e disciplina

noções de prevenção de aCIdentes.
. Resgate da cultura popular:
" jogos;
.. brinquedos:
.. folguedos.
5- Educação Artística
5.1- Objetivos: Espera-se que a criança:
. Desenvolva o ritmo. descobrindo seu próprio ritmo e percebendo os diferentes: discrimine e reproduza diferentes sons:
. Discrimine estímulos visuais, sonoros, táteis. gustativos e olfativos. manipulando e conhecendo seu próprio corpo:
. Utilize recursos que favoreçam sua percepção e. criatividade:
. Perceba a importância da coordenação nas relações humanas. para seu desenvolvimento social e afetivo.
5.2- Conteúdos:
- Expressão Musical
. Elementos de expressão e comunicação:
. cores:
.. formas:
. expressões fisionômicas.
. Tipos de sons:
. vocais:
.instrumentais:
. naturais
.artificiais:
. ruídos.
. Propriedades dos sons:
.altura - grave (violoncelo),
médios (violão),
agudos (violino);
. duração - longos.
curtos;
.. intensidade - maior ou menor grau de força, para produzir o som:
.. timbre - propriedade que distingue a procedêncIa do som (voz de criança,
cantar do pássaro, som da flauta).
. Ritmo:
· andar:
· batimentos cardíacos:
· movimento respiratório
· relógio.
· Melodia - sucessão organizada de sons:
· Harmonia - combinação simultânea dos sons: . Folclore na educação:
· músicas:
· danças.

- Expressão Corporal
. Jogos e brincadeiras:
· dramatização espontânea e de descoberta;
· dramatização criadora:
· exploração do próprio - no espaço e no plano:
- locomoção:
- orientação espacial:
- manipulação:
- verbalização:
- Interação social.
. Teatro - ao vivo e de anteparo
· fantoche:
· sombra:
· máscaras:
· luvas:
· marionetes.
. Mímica:
. Jogos simbólicos (faz de conta); . Folclore:
· danças:
· festas típicas:
· canções populares:
· circos:
· rodeios:
· desfiles:
· festas religiosas
- Expressão Plástica
. Pintura livre. com uso de materiais diversos:
· folhas:
· legumes:
· mãos
· pincéis
· pé. etc.
. Desenho livre
. Modelagem
· argila:
· papel-machê
· massa. etc.

- Recorte e colagem:
· moldes:
· revistas:
· jornais:
· ilustrações:
· desenhos. etc.
- Montagem ou construção - utilização de sucatas:
· confecção de brinquedos;
· fantoches
-Dobradura (origami)
- Monotipia (técnica de impressão de um desenho):
· exploração;
· descoberta da resultantes de misturas.
-Formas geométricas ­
sólidos simples (cubos. esferas, pirâmides); figuras simples (quadrado, triângulo, círculo);
· de objetos:
· linhas (vertical/horizontal/oblíqua).
- Comunicação gráfica:
painel:
cartazes:
mural:
convites. etc.
3 - Recursos humanos - valorização mútua.
4 - Gestão participativa
5 - Constância de propósitos (objetivos)
6 - Aperfeiçoamento contínuo
7 - Integração
8 - Delegação de competências: autonomia e responsabilidade. 9- Garantia de qualidade: acesso e permanência.
10- Avaliação contínua.
11- Ética
· Símbolos:

Como representação de objetos. pessoas. idéias. situações:
Como transmissor de uma mensagem a todas as pessoas de um grupo (podem ser explorados símbolos conhecidos como: logotipos. sinais de trânsitos. e outros, até chegar aos símbolos matemáticos).
. Classificação:
. reconhecer entre semelhanças e diferenças:
* estabelecer agrupamentos. de acordo com critérios:
. descobrir o critério utilizado em uma classificação:
. explorar noções de Teoria dos Conjuntos (pertinência.
reunião).
inclusão. intersecção.
. Seqüências:
· conceito e determinação do motivo de uma seqüência. com a utilização de:
· movimentos corporais:
· discriminação auditiva:
· manipulação de materiais:
· representações gráficas.
- Seriações utilizando critérios relacionados às noções de: . .mais estreito:
.mais alto:
.mais baixo:
.mais largo, etc.
- Noções intuitivas de medidas de tempo: . .hora:
.dia:
.mês:
.ano:
Noções intuitivas de distância, através de comparações:
.Mais perto;
. Mais longe;
.Números Naturais:
. escrever e nomear números naturais:
* explorar a contagem de rotina:
* comparar quantidades:
* seqüências de números naturais, em ordem crescente ou decrescente; * sucessor e antecessor dos números naturais:
* identificar e utilizar escritas equivalentes de um mesmo número natural.
. Operações:
* identificar a audição como uma situação-problema que envolve a idéia de
juntar:
* identificar a multiplicação como urna situação-problema que envolve uma
audição de parcelas Iguais:

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Não procures a verdade fora de ti, ela está em ti, em teu ser. Não procures o conhecimento fora de ti, ele te aguarda em tua fé interior. Não procures a paz fora de ti, ela está instalada em teu coração. Não procures a felicidade fora de ti, ela habita em ti desde a eternidade.
( Mestre Khane)



Sugestões para preenchimento do relatório

Observações

É importante considerar, na construção do relatório os seguintes critérios:

• A avaliação deve ser sempre enfatizar os avanços e não apenas os fracassos. Registrar o que o aluno conseguiu e em que progrediu;
• Valorizar e registrar o desenvolvimento sócio-afetivo como: participação, solidariedade, posicionamento, sentimentos;
• É preciso registrar a participação do aluno nos projetos desenvolvidos no bimestre;
• Deve-se proceder relação com o registro anterior;
• Diversificar a redação de um aluno para o outro, buscando se fiel em suas colocações.

Sugestões para iniciar relatórios

• Com base nos objetivos trabalhados no bimestre, foi possível observar que o aluno...
• Observando diariamente o desempenho do aluno, foi constatado que neste bimestre...
• A partir das atividades apresentadas, o aluno demonstrou habilidades em...
• Com base na observação diária, foi possível constatar que o aluno...


Desenvolvimento cognitivo

• O aluno demonstra um ótimo aproveitamento na aquisição da leitura e escrita.
• O aluno apresenta bom desenvolvimento no processo de aquisição da leitura e da escrita.
• O aluno está desenvolvendo-se gradualmente no processo de aprendizagem da leitura e da escrita.
• Encontra-se em desenvolvimento no processo de aprendizagem da leitura e da escrita.
• Tem um bom desenvolvimento cognitivo, mas apresenta dificuldades na leitura, contudo com a realização da recuperação paralela tem apresentado avanços importantes.
• Lê com fluência qualquer tipo de texto, fazendo conexões com a realidade.
• Lê e interpreta os textos trabalhados em aula sem maiores dificuldades.
• Lê com alguma dificuldade, mas demonstra interesse e esforça-se em aprender.
• Escreve, ordena e amplia frases, formando textos coerentes e lógicos.
• Produz frases e pequenos textos com criatividade e entendimento.
• Constrói o conceito lógico-matemático, realizando cálculos com as quatro operações matemáticas.
• O aluno tem especial interesse nas atividades matemáticas.
• Realiza cálculos simples de adição e subtração.
• Realiza cálculos com auxilio de material concreto.
• É curioso, questiona e busca informações.
• Traz para a classe informações de fontes diversas como: radio, tv, jornais e etc.
• Compreende as relações existentes entre os elementos do meio ambiente.
• Compreende a importância da preservação do meio ambiente para o futuro do nosso planeta.
• Adota hábitos de cuidados com o corpo e com o ambiente.
• Nas atividades orais demonstra desenvoltura ...( ou inibição)
• Ocasionalmente troca letras
• Constrói frases criativas e elabora pequenos textos com linguagem e ilustrações significativas;
• Expressa o que pensa relatando, argumentando, avaliando, relacionando, ordenando, generalizando, concluindo...;
• Expressa a escrita representando idéias através de rabiscos, pseudo letras e outros símbolos
• Lê com fluência vários tipos de textos interpretando-os;
• Produz textos escritos com clareza, coerência e coesão;
• Identifica e escreve seu nome completo;
• Observa, descreve, analisa e sintetiza gravuras, reportagens e textos;
• Apresenta dificuldades ortográficas
• Identifica e escreve seu nome completo
• Ainda não faz relação entre o que fala e escreve


Participação- convívio social

• Participa com interesse e produtividade.
• Boa participação nas atividades realizadas em sala.
• Participação tímida nas atividades em sala, embora tenha bom relacionamento com os colegas em classe.
• Demonstra atitudes críticas diante de acontecimentos conflitantes.
• É criativo e comunicativo.
• Coopera com colegas e professora.
• O aluno demonstra interesse nas atividades propostas embora não tenha autonomia para realizá-las sem o apoio da professora.
• Ouve, reproduz e transmite textos oralmente como histórias, recados, noticias entre outros.
• Demonstra curiosidade em relação aos assuntos estudados.
• É cuidadoso e rápido na execução das atividades desenvolvidas.
• Aceita sugestões da professora e dos colegas.
• Manifesta suas opiniões com clareza e objetividade.
• Contribui para a integração e o crescimento do grupo;
• Demonstra inquietude e geralmente se envolve em questões referentes aos colegas;
• Ainda não aceita as regras convencionadas pelo grupo;
• Colabora na construção de regras;
• Interage com o grupo, ouvindo, respeitando e se posicionando;
• Tem um bom relacionamento com os colegas e mostra-se sempre pronto em ajudar;

“Todas as maravilhas que você precisa estão dentro de você.”
(Sir Thomas Browne)
• Reconhece as relações entre fala e escrita;
• Explora várias formas de linguagens e diferentes tipos de suporte textual para ampliação de informações;
• Ouve historias e comentários valorizando impressões afetivas;
• Lê e escreve textos desenvolvendo a compreensão do sistema alfabético, utilizando a escrita de acordo com as concepções e hipóteses que possui no momento;
• Produz textos individuais e coletivamente, utilizando gestos, desenhos, sons movimentos e palavras;
• Distingue a língua escrita da língua oral;
• Demonstra compreensão do sistema alfabético;
• Lê silabicamente palavras, formadas por grupo de silabas compostas por vogal e consoante;
• Produz frases com lógica;
• Produz pequenos textos sem preocupação ortográfica;
• Distingue letras na linguagem oral e escrita;
• Encontra-se na fase pré-silabica, começando a diferenciar letras de números, desenhos ou símbolos.
• Percebe que as letras são para escrever porem ainda não sabe como isso se processa;

Sugestão para preenchimento de relatórios

PARECER DESCRITIVO

1. ÁREA SÓCIO-AFETIVA

Comentar sobre o período de adaptação: Com quem ficou no primeiro dia? Como ficou? Como evoluiu? Mostra dependências? Usa apoio de objetos? Toma mamadeira, chupa bico?

Relacionamento: com a professora, colegas e funcionários. Participa de atividades propostas pelo professor?

Funcionamento no grupo: É aceita? Rejeitada? Isola-se? Lidera? É agressiva? Demonstra preferência por colegas? Coopera com o grupo? É capaz de ouvir os outros? Tem cacoetes?

Tolerância às frustrações: perder e ganhar, acertar e errar.

Controle esfincteriano resolvido?

Brinquedo: com o que prefere brincar na sala e no pato? Como brinca (sozinho, com o grupo em pequenos grupos, com companheiro)?

Autonomia: Está organizado na rotina? Aceita regras, cumpre combinações? Espera a decisão dos outros para tomar a sua? Tem condições de escolher e recusar-se ao que não quer? Envolve-se em conflitos? Como os resolve? Encontra suas próprias respostas? Explica seus pensamentos?

2. ÁREA PSICOMOTORA

Esquema corporal: domínio e conhecimento de seu corpo, imagem corporal. Lateralidade.

Motricidade ampla: ritmo de ação – rápido, lento, acompanha o grupo, não consegue parar, precisa de estimulação, tem freio inibitório. Desempenho com bolas, cordas, rodas cantadas, movimentos.

Coordenação motora: rola sobre o corpo, engatinha, vira cambalhota, sobe e desce escadas, pula.

Motricidade fina/visomotricidade: coordenação – abotoa, dá nós, faz laços. Preensão do lápis. Colore dentro de limites. Enfia contas, amassa papeis. Modelar, rasgar, amassar, picar, alinhavar, recortar. Manusear talheres. Acerta alvos, copia figuras.

3. ÁREA COGNITIVA

a) Desenvolvimento da linguagem compreensiva e expressiva:
Comunica-se com clareza, expressando de modo organizado seu pensamento? Tem vocabulário adequado à idade? Compreende comunicações verbais? Quando fala, gagueja ou troca letras? Quando relata fatos, fala muito rápido, muito devagar? Relata em seqüência? Relata sempre os mesmos fatos, coisas imaginárias? Assopra balão, velas e assovia? É expressivo ao falar? Manifesta suas emoções?

b) Construção da representação:
1. Gráfica: descrever o desenho da criança, caracterizando a etapa em que se encontra (garatuja, garatuja ordenada, representação completa ou incompleta da figura humana, etc).
2. Escrita:
Mostra interesse por escrita? Observa livros? Representa letras e números? Escreve seu nome? Identifica nomes de colegas escritos? Em que etapa da alfabetização se encontra (pré-silábica, silábica, silábica-alfabética, alfabética)?

c) Expressão através de artes plásticas, danças e dramatização:
É mais expressivo em alguma dessas formas? É criativa? Apresenta soluções originais? Usa recursos variados? É inibida? Prefere papéis sem destaque? Brinca de faz de conta?

d) Desenvolvimento perceptivo:
Visão, audição, tato, olfato e paladar.

e) Atenção:
Condições de atenção e concentração em brincadeiras e atividades, condições de perseverar na tarefa.

f) Memória:
Condições de memorização de canções, versos e brincadeiras.
Observações sobre memória visual e auditiva.

g) Experiências lógico-matemáticas:
Noções de espaço-tempo, conservação de quantidades, de seriação e classificação.
Identifica propriedades, atributos de cor, forma, etc.
Encontra soluções para resoluções de problemas?
Reconhece numerais?
Relaciona número e quantidade?



- OUTRAS OBSERVAÇÕES, COMO BRINCADEIRAS PREFERIDAS, DESEMPENHO NAS AULAS EXTRAS, ETC.

- ENCERRAMENTO: SUGESTÕES DE ATIVIDADES QUE A FAMÍLIA POSSA DESEMPENHAR COM A CÇA EM CASA, NAS FÉRIAS, ETC.

Você pode...vídeo lindo música linda!

domingo, 24 de fevereiro de 2008

O Sonho de ícaro (click na imagem para melhor visualização)






Fonte: Coleção atividades para todo dia - Volume 02 Editora Mucéla&Cia (esta coleção vale a pena muito boa)

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

A ÁGUA NOSSA DE CADA DIA- Interpretação de Texto


A ÁGUA NOSSA DE CADA DIA

Hoje de manhã, enquanto levava meu filho para a escola, assisti a diversas cenas de desperdício.
Rua após rua, homens e mulheres usavam mangueiras para lavar calçadas e carros com jorros e jorros de água potável.
Nos primeiros casos cheguei a diminuir a velocidade do meu carro para sinalizar aos dissipadores que não deveriam estar fazendo aquilo. Mas eles olhavam, sem entender o que eu queria passar com os gestos... e continuavam com as torneiras abertas.
Nos casos seguintes, desisti.
Só olhava, desolado, toda aquela água preciosa escorrendo pela calçada, pelas sarjetas...
Se voltar a percorrer o bairro nesta bela manhã de abril provavelmente vou surpreender mais dissipadores em ação.
Talvez já lavando carros, mais pátios e calçadas.
E vou, de novo, ficar triste com o desperdício escancarado, explícito, irresponsável.
O que fazer para que nós, nossos filhos e os filhos de nossos filhos tenham água de boa qualidade e em quantidade no futuro?
Acho que, para começar, falar com as crianças.
Se os adultos dão lições de desperdício, as crianças podem, no tempo, reverter o processo.
Enquanto crianças, podem entender melhor a necessidade de preservamos nossos recursos naturais. Água, inclusive.
Quando crescerem, vão substituir os adultos insensatos de hoje já com atitudes corretas no cuidado com o meio ambiente.
Longe de mim a idéia de transformar quem quer que seja em vigilante, patrulheiro, inspetor de recursos naturais.
Também seria insensato. Em alguns casos até perigoso.
Tem gente que não aceita críticas.
Mas se cada um de nós pudesse passar aos filhos, às crianças, em geral, propostas, idéias e conselhos para buscarem a economia, a racionalização do uso da água, teríamos um início de caminho já sinalizado.
E enquanto crianças e jovens vão se conscientizando, vamos pensando, num modo de chegarmos até os dissipadores adultos com orientação e informações.
Pra começar, à volta da escola, já vou falando sobre o assunto com meu filho.
De novo, porque lá em casa o assunto já é velho e conhecido.
Mas bons conselhos podem ser repetidos... e acumulados.
E cuidados com nossos recursos naturais deveriam merecer até mesmo algum tipo de saudação. Assim, como dizemos bom dia, boa noite, até logo, poderíamos começar a dizer: Salvou água, hoje? Apagou a luz que não está usando? Salvou uma árvore? Pensou nas crianças que não têm água para beber?...
Pode parecer meio dramático. Mas antes um dramático falado do que sentido.
Enquanto é tempo.

1) Pesquise e copie em seu caderno o significado das seguintes palavras:

dissipar – escancarar – explícito – insensatez – racionalizar –
desolado – sarjeta - reverter - escassez


2) Faça em seu caderno.
Copie os períodos e reescreva-os, substituindo as palavras ou expressões destacadas por sinônimos presentes no texto.

a) Se não houver melhor eficiência no uso da água, em um futuro próximo a carência desse líquido valioso será sentida e percebida abertamente aos nossos olhos..

b) Os esbanjadores de água agem como dementes e nos deixam muito tristes com sua atitude irresponsável.

c) Á água que corre pela valeta daquela rua vem de uma casa em que a dona deixou a mangueira jorrando água e dedica-se a conversar com a vizinha.

d) É preciso voltar a situação, adotando políticas públicas sérias que tratem do uso consciente e responsável da água.

3) Que elementos comprovam que o texto “A ÀGUA NOSSA DE CADA DIA” é uma crônica? Comente.

4) a) Leia com atenção as afirmativas abaixo e indique se são verdadeiras ou falsas.

5) ( ) O narrador do texto é um narrador-observador; não participa dos acontecimentos.
3) ( ) O cronista convoca a todos para tornarem-se patrulheiros da água.
9) ( ) Os dissipadores de água são os que mais a defendem e lutam por sua preservação.
4) ( ) O narrador do texto é um narrador-personagem; participa dos acontecimentos.
5) ( ) O cronista questiona o que pode ser feito para se resolver o grave problema da água.

b) A alternativa que apresenta a soma correta das afirmativas falsas é:

(a) 12
(b) 9
(c) 14
(d) 13
(e) 17

5) O que você faz ou pode fazer para evitar o desperdício da água em seu dia-a-dia?

6) Produção de texto.
Escreva um texto como se você fosse a ÁGUA deixando um recado aos habitantes do planeta Terra.
Capriche. Seja criativo(a) e demonstre seus conhecimentos
.

A ILUSÃO DO ANO LETIVO QUE COMEÇA...

Olha nós aí, outra vez. Começa um novo ano letivo e se implanta a dinâmica de uma correria que parece não ter existido outra igual.

Alunos novos que chegam assustados e que por algum tempo assustados ainda vão ficar, alunos antigos que voltam, para em sorriso dizer dos caminhos que agora trilham professores novos que buscam se enturmar e os colegas de sempre contando aos borbotões das férias que chegaram ao fim.

Assistimos como se fosse uma primeira vez a agitação de um início, a crença de uma retomada. Trocamos frases de esperança e abraços de felicidades e nem mesmo chega a surpreender, meio que escondida, uma certa lágrima em certos olhos. É a emoção do ano letivo novinho em folha, da volta ao passo inicial, da esperança do recomeço e da vontade de se achar o exato ponto de uma nova educação.

Não resta dúvida que na maior parte das vezes a ilusão do recomeço depressa se desfaz e que após alguns dias de alunos desmotivados e aulas estressantes, vem a certeza amarga que está tudo igual, que as coisas se repetem como no ano que terminou e que nada mais seremos do pouco que sempre fomos. A escola retoma no desgaste da rotina, parcos instantes de grandeza e esperanças, engolidos pela chateação de esforço inútil, de aulas sempre iguais, de caras novas sempre abarrotadas de velhos pensamentos.

Mas, o que fazer se as coisas são sempre assim?

Se depressa esquecemos os propósitos de se estudar mais, de se ler muito, de se ministrar conteúdos com alma, cheiro e a cor da vida que passa? Tal como em cansativas repetições, infinitas vezes acreditamos que no novo ano letivo seria tudo diferente, que seríamos melhor e que por força de nossa qualidade maior, nossos alunos mostrariam interesses crescentes, entusiasmo inesgotável, aplauso consciente.

Mas, nada disso importa.

Não é pela circunstância de não ter funcionado desta vez, que não deverá haver esperança de recomeço e que só porque assim pensamos e não agimos que devemos estar proibidos de assumir novas esperanças no semestre que vem, onde poderá se plantar de novo em nós mesmos um novo professor, mais completo, ainda mais perfeito. Esperar o inicio de novos tempos é sempre uma grande ilusão, mas o que importa se a ilusão na vida é tudo?

Professores que encaram um ano novo sem uma vontade de um novo olhar são figuras perdidas em deserto sem oásis, são como marinheiros sem bússolas e nem estrelas. São pessoas que não procuram caminhos porque se deixaram esmagar pela certeza que na educação não existem caminhos.

Importa pouco que tantas vezes antes prometemos mudar e tão pouco mudamos, menos importa ainda olhar com vontade e esperança um novo ano letivo antes de percebê-lo igual a tantos outros. O que mais vale é a mágica dessa esperança de acreditar que fazemos o tempo e que podemos com o vento erguer uma nova arquitetura.

Sem essas âncoras de esperança não adiantaria a agenda do futuro e de nada valeria essa doce confiança no ano letivo que vai começar.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

O Jugo do Mundo...



"Porque o meu jugo é suave e meu fardo é leve"
(Jesus)

Diante das dificuldades que a vida nos apresenta,
temos por vezes, vontade de sumir, buscar uma saída
a qualquer custo e caímos nas armadilhas
do "jugo do mundo".

Como o que se envolve em dificuldades financeiras
e busca as "facilidades da agiotagem",
ou envolve-se com o crime.

Como a mulher que engravida e consegue mil
desculpas para o aborto.

Como o doente de doença grave ou terminal que
busca no suicídio ou na eutanásia, a fuga do problema.

Como a pessoa que sofre uma "traição" e resolve dar
o "troco" com a mesma moeda.

Como quem abandona os pais idosos em um asilo
querendo acreditar ser o "melhor" para eles.

Como quem abandona seu animal de estimação
nas ruas, ou aquele que se julga ofendido e nunca mais
fala com um parente que nem teve tempo de se explicar.

Como quem cultiva o ódio por outra pessoa,
por se julgar uma vítima infeliz.

Como aquele que se julga injustiçado pela sociedade
e planeja todos os dias, uma forma de vingança.

Pobres cegos, pobres sofredores...

Atitudes que parecem corretas ao mundo que ainda
prefere a velha lei de Talião; olho por olho, dente por dente...
Enquanto a voz de Jesus ainda ecoa pelos tempos:
Perdoai sete vezes setenta a quem te ofendeu.

Pois suportando o jugo de Jesus, a futura mamãe,
que contra tudo e contra todos, resolve ter o seu filho,
tem ali o amparo na velhice e conhece o maior amor
que é possível na face da Terra, o amor filial.

O endividado que aprende com seus próprios erros,
descobre a humildade e a capacidade de transformar
problemas em soluções.

O doente terminal, suportando a dor, recebe dos
familiares e amigos o amor que balsamiza as feridas,
descobre no leito o carinho dos que realmente o amam
até a libertação natural do espírito da carne.
Deixa saudades eternas...

E assim, cada um que aceita as provas que a vida traz,
amparado pela lição sublime do Mestre, encontra forças,
por vezes inexplicáveis para os homens de pouca fé,
que levam pessoas a sairem de situações terríveis para
a vitória incontestável dos que esperam em Cristo.

Antes de aceitar os conselhos do mundo, ouça Jesus
falando ao seu coração:

"Eu vim para que todos tenham vida, que todos
tenham vida plenamente" (Jo 10, 10)

Não caia nas tentações das "facilidades do mundo",
levante a cabeça e persista na luta diária, com fé,
esperança e amor.
A vitória já é sua!


Paulo Roberto Gaefke