Seguidores
Mostrando postagens com marcador Alfabetização. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Alfabetização. Mostrar todas as postagens
sábado, 31 de maio de 2008
quinta-feira, 22 de maio de 2008
sábado, 26 de abril de 2008
ROTINA NA AULA SOCIOCONSTRUTIVISTA

ROTINA NA AULA SOCIOCONSTRUTIVISTA
1. Leitura compartilhada - O professor lê todos os dias para os alunos, vários tipos de textos como: notícias, contos, poesias, histórias, fábulas, etc.
Lê por prazer, sem cobrar atividades nenhuma após esta leitura.
Objetivos: Professor enquanto modelo de leitor. Desenvolver no aluno o prazer pela leitura.
2. Roda de conversa - Professor e alunos conversam sobre assuntos variados.
Objetivos: Desenvolver no aluno a competência/oralidade. Falar o que pensa em grupos diversos, ouvir e respeitar as falas e pensamento de outras pessoas, dialogando, trocando, sendo crítico, etc.
Pode-se propor ao final o registro num texto coletivo do assunto debatido. O texto deve ser curto ( de preferência um parágrafo).
Sugestão: Criar caixas na sala com temas variados e neste momento, um destes temas, uma notícia, por exemplo, é sorteada.
3. Agenda - Atividade de cópia de texto com função social na língua (letramento)
Objetivos: Desenvolver técnicas de escrita (escrever da esquerda para a direita na linha, com capricho, etc.), além de registro diário das atividades realizadas durante a aula para acompanhamento dos pais.
4. Atividades de leitura - Esta atividade e imprescindível para a alfabetização. Todos os dias os alunos deverão desenvolvê-la. Lembre-se o bom escritor é antes um bom leitor. Deve ser realizada preferencialmente com textos que já sejam do domínio dos alunos que ainda não sabem ler convencionalmente.
Objetivos: Ler quando ainda não sabe ler (convencionalmente). Ajustar o falado ao escrito. Desenvolver a leitura.
Atividades de leitura: Leitura de ajuste, localizar palavras no texto (iniciar com substantivos) Ordenação de textos (frases, palavras), palavras cruzadas, caça. - palavras, adivinhas, localização de palavras nos textos, roda de leitura, roda de poesia, empréstimo de livros, projetos de leitura, etc.
É fundamental que intervenções tais como o trabalho com a letra inicial e final das palavras sejam feitas constantemente.
5. Atividades de escrita - Só se aprende ler, lendo e só se aprende a escrever, escrevendo. Copia é uma coisa, produção de escrita é outra. Na atividade de escrita, a criança escreve do jeito que ela sabe (hipótese de escrita) e o professor faz intervenções necessárias em relação à escrita, direto com o aluno.
Objetivos: Avançar na reflexão da Língua. Resolver a letra a ser usada (qualidade de letra), quantas letras usar (quantidade de letras), escrever textos com sentido (inicio, meio e fim), revisar ortografia e gramática, etc.
Atividades de escrita: Propor atividades de escrita com o alfabeto móvel completar textos (lacunas no início ou no final da frase), produção escrita de textos individuais e coletivos (listas, histórias, contos, etc.), reescrita de texto que se sabe de cor, revisão de textos, palavras cruzadas (sem banco de palavras), etc.
6. Atividade móvel - Este espaço é para que cada professor trabalhe de acordo com sua turma, jogos matemáticos, sala de leitura; Ciências, Estudos Sociais, Recreação e Artes.
É importante lembrar que nosso dia-a-dia escola, devemos estar desenvolvendo atividades de caráter interdisciplinar e transdisciplinar.
7. Atividade de casa - A atividade de casa é alvo de dúvidas e críticas por parte dos pais e dos professores (ou porque não tem "dever de casa" ou porque tem “dever de casa” demais ou porque “os alunos não fazem o dever”, etc.). O ideal é que a atividade de casa, planejada com antecedência, seja um desafio interessante, difícil, mas possível, que o aluno possa resolver sozinho.
Objetivo: Criar o hábito de estudar fora da escola, desenvolver a autonomia e a auto-aprendizagem.
Atividades de casa - Cruzadinha, caça-palavras, empréstimo de livros (6◦ feira trazer na 2◦ feira), leitura de textos e posterior ilustração, coletar rótulos, ler algo interessante e trazer para sala de aula, coletar materiais de sucata, observar fenômenos da natureza para posterior relato, pesquisas orais e escritas, etc.
Fonte: Curso FAP (Prefeitura Municipal de Duque de Caxias)
1. Leitura compartilhada - O professor lê todos os dias para os alunos, vários tipos de textos como: notícias, contos, poesias, histórias, fábulas, etc.
Lê por prazer, sem cobrar atividades nenhuma após esta leitura.
Objetivos: Professor enquanto modelo de leitor. Desenvolver no aluno o prazer pela leitura.
2. Roda de conversa - Professor e alunos conversam sobre assuntos variados.
Objetivos: Desenvolver no aluno a competência/oralidade. Falar o que pensa em grupos diversos, ouvir e respeitar as falas e pensamento de outras pessoas, dialogando, trocando, sendo crítico, etc.
Pode-se propor ao final o registro num texto coletivo do assunto debatido. O texto deve ser curto ( de preferência um parágrafo).
Sugestão: Criar caixas na sala com temas variados e neste momento, um destes temas, uma notícia, por exemplo, é sorteada.
3. Agenda - Atividade de cópia de texto com função social na língua (letramento)
Objetivos: Desenvolver técnicas de escrita (escrever da esquerda para a direita na linha, com capricho, etc.), além de registro diário das atividades realizadas durante a aula para acompanhamento dos pais.
4. Atividades de leitura - Esta atividade e imprescindível para a alfabetização. Todos os dias os alunos deverão desenvolvê-la. Lembre-se o bom escritor é antes um bom leitor. Deve ser realizada preferencialmente com textos que já sejam do domínio dos alunos que ainda não sabem ler convencionalmente.
Objetivos: Ler quando ainda não sabe ler (convencionalmente). Ajustar o falado ao escrito. Desenvolver a leitura.
Atividades de leitura: Leitura de ajuste, localizar palavras no texto (iniciar com substantivos) Ordenação de textos (frases, palavras), palavras cruzadas, caça. - palavras, adivinhas, localização de palavras nos textos, roda de leitura, roda de poesia, empréstimo de livros, projetos de leitura, etc.
É fundamental que intervenções tais como o trabalho com a letra inicial e final das palavras sejam feitas constantemente.
5. Atividades de escrita - Só se aprende ler, lendo e só se aprende a escrever, escrevendo. Copia é uma coisa, produção de escrita é outra. Na atividade de escrita, a criança escreve do jeito que ela sabe (hipótese de escrita) e o professor faz intervenções necessárias em relação à escrita, direto com o aluno.
Objetivos: Avançar na reflexão da Língua. Resolver a letra a ser usada (qualidade de letra), quantas letras usar (quantidade de letras), escrever textos com sentido (inicio, meio e fim), revisar ortografia e gramática, etc.
Atividades de escrita: Propor atividades de escrita com o alfabeto móvel completar textos (lacunas no início ou no final da frase), produção escrita de textos individuais e coletivos (listas, histórias, contos, etc.), reescrita de texto que se sabe de cor, revisão de textos, palavras cruzadas (sem banco de palavras), etc.
6. Atividade móvel - Este espaço é para que cada professor trabalhe de acordo com sua turma, jogos matemáticos, sala de leitura; Ciências, Estudos Sociais, Recreação e Artes.
É importante lembrar que nosso dia-a-dia escola, devemos estar desenvolvendo atividades de caráter interdisciplinar e transdisciplinar.
7. Atividade de casa - A atividade de casa é alvo de dúvidas e críticas por parte dos pais e dos professores (ou porque não tem "dever de casa" ou porque tem “dever de casa” demais ou porque “os alunos não fazem o dever”, etc.). O ideal é que a atividade de casa, planejada com antecedência, seja um desafio interessante, difícil, mas possível, que o aluno possa resolver sozinho.
Objetivo: Criar o hábito de estudar fora da escola, desenvolver a autonomia e a auto-aprendizagem.
Atividades de casa - Cruzadinha, caça-palavras, empréstimo de livros (6◦ feira trazer na 2◦ feira), leitura de textos e posterior ilustração, coletar rótulos, ler algo interessante e trazer para sala de aula, coletar materiais de sucata, observar fenômenos da natureza para posterior relato, pesquisas orais e escritas, etc.
Fonte: Curso FAP (Prefeitura Municipal de Duque de Caxias)
domingo, 6 de abril de 2008
Sugestões de exercícios para ajudar as crianças a perceberem as relações entre letras e sons:

SUGESTÕES DE EXERCÍCIOS
Sugestões de exercícios para ajudar as crianças a perceberem
as relações entre letras e sons:
1)Ajude as crianças a reconhecerem diferenças de uma única letra que criam diferenças de som e de sentido:
lobo-bobo medo-dedo tiro-tipo coco-coca
faca-vaca menino-menina pato-pata
mel-fel pata-lata mata-mapa
2)Mostrar palavras que se escrevem e se lêem do mesmo modo mas têm sentidos diferentes, dependendo da frase em que se encontram: manga, casa, pé, etc.
3)Apresente as palavras próximas umas embaixo das outras e destaque as partes iguais:
chapeuzinho netinho mata bobo chá
charuto cestinho mala cabo fechado
chata ninho cama lobo fechadura
uma bucha
4)Ensine as crianças a recitar ou a cantar versinhos ou quadrinhas, falando mais alto as palavras que rimam, podem bater palmas quando elas aparecerem.
5)Organizar listas, cartazes ou livrinhos de palavras com a mesma letra ou sílaba inicial.
6)Aproveite situações do dia-a-dia da criança e sugira à ela que crie seus próprios textos músicas, histórias, notícias etc, que sejam de seu interesse.
7)Proponha que descubram uma palavra "escondida" ou contida dentro da outra.
Exemplos:
Qual é a palavra que está "escondida" em todas as palavras abaixo?
barba - acabar - barbado
Resposta: BAR
E nestas outras?
mar - martelo - marmelo - amar - remar - somar - Marcelo
Resposta: MAR
As crianças estarão lendo quando forem capazes de perceber como as letras funcionam para representar os sons da língua e ao mesmo tempo possam entender o que estão lendo.
Lembro que o processo de Alfabetização, deve caminhar de maneira natural, significativo e gradativamente na direção do conhecimento de palavras, sílabas, letras e regras ortográficas.
A leitura inicial deverá ser interessante e prazerosa, para que não ocorra o risco de as crianças acharem que a leitura não serve para nada.
Toda criança deve entender que a leitura e a escrita têm uma função social.
Referências bibliográficas:
CARVALHO, Marlene. Alfabetizar e Letrar. Editora Vozes,2005.
Sugestões de exercícios para ajudar as crianças a perceberem
as relações entre letras e sons:
1)Ajude as crianças a reconhecerem diferenças de uma única letra que criam diferenças de som e de sentido:
lobo-bobo medo-dedo tiro-tipo coco-coca
faca-vaca menino-menina pato-pata
mel-fel pata-lata mata-mapa
2)Mostrar palavras que se escrevem e se lêem do mesmo modo mas têm sentidos diferentes, dependendo da frase em que se encontram: manga, casa, pé, etc.
3)Apresente as palavras próximas umas embaixo das outras e destaque as partes iguais:
chapeuzinho netinho mata bobo chá
charuto cestinho mala cabo fechado
chata ninho cama lobo fechadura
uma bucha
4)Ensine as crianças a recitar ou a cantar versinhos ou quadrinhas, falando mais alto as palavras que rimam, podem bater palmas quando elas aparecerem.
5)Organizar listas, cartazes ou livrinhos de palavras com a mesma letra ou sílaba inicial.
6)Aproveite situações do dia-a-dia da criança e sugira à ela que crie seus próprios textos músicas, histórias, notícias etc, que sejam de seu interesse.
7)Proponha que descubram uma palavra "escondida" ou contida dentro da outra.
Exemplos:
Qual é a palavra que está "escondida" em todas as palavras abaixo?
barba - acabar - barbado
Resposta: BAR
E nestas outras?
mar - martelo - marmelo - amar - remar - somar - Marcelo
Resposta: MAR
As crianças estarão lendo quando forem capazes de perceber como as letras funcionam para representar os sons da língua e ao mesmo tempo possam entender o que estão lendo.
Lembro que o processo de Alfabetização, deve caminhar de maneira natural, significativo e gradativamente na direção do conhecimento de palavras, sílabas, letras e regras ortográficas.
A leitura inicial deverá ser interessante e prazerosa, para que não ocorra o risco de as crianças acharem que a leitura não serve para nada.
Toda criança deve entender que a leitura e a escrita têm uma função social.
Referências bibliográficas:
CARVALHO, Marlene. Alfabetizar e Letrar. Editora Vozes,2005.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Preguicinha Oral...adorei este achado na internet
Preguicinha Oral
Uma das atividades que mais gosto na Alafabetização Natural é a Preguinha.
O seu processo é a leitura lenta, enunciando-se o som de cada letra à medida que vai sendo descoberto, procurando-se emendar cada som emitido ao seguinte, como na palavra original. Não deixando que fiquem isolados. Após o término, releitura em velocidade normal.
O objetivo dessa atividade e fazer o aluno compreender o processo analítico que está realizando. A preguicinha é uma análise estrutural. O todo significado da palavra permanece inteiro, não é destruído, seu significado não é despedaçado em partes menores, sem conteúdo ideativo. O aluno aprende a descobrir o valor sonoro de cada letra ou conjunto de letras, dentro do todo audiovisual da palavra inteira, sem isolá-las. Isto é a Preguinha!
Esta é uma atividade que faço diariamente, fora da sala de aula. Algumas vezes em grupo e outras de forma individual.,sempre que vamos iniciar o estudo de uma letra ou em qualquer outra atividade que desperte a curiosidade de cada aluno a descobrir novas palavras e ampliar o seu vocabulário.
As crianças ADORAM!!!
Disponibilizo aqui algumas das inúmeras palavras que temos na sala de aula para realizar a atividade. Como mencionei acima, ela pode ser realizada com a turma toda, individualmente ou em grupos, como um jogo entre os alunos.
Uma das atividades que mais gosto na Alafabetização Natural é a Preguinha.
O seu processo é a leitura lenta, enunciando-se o som de cada letra à medida que vai sendo descoberto, procurando-se emendar cada som emitido ao seguinte, como na palavra original. Não deixando que fiquem isolados. Após o término, releitura em velocidade normal.
O objetivo dessa atividade e fazer o aluno compreender o processo analítico que está realizando. A preguicinha é uma análise estrutural. O todo significado da palavra permanece inteiro, não é destruído, seu significado não é despedaçado em partes menores, sem conteúdo ideativo. O aluno aprende a descobrir o valor sonoro de cada letra ou conjunto de letras, dentro do todo audiovisual da palavra inteira, sem isolá-las. Isto é a Preguinha!
Esta é uma atividade que faço diariamente, fora da sala de aula. Algumas vezes em grupo e outras de forma individual.,sempre que vamos iniciar o estudo de uma letra ou em qualquer outra atividade que desperte a curiosidade de cada aluno a descobrir novas palavras e ampliar o seu vocabulário.
As crianças ADORAM!!!
Disponibilizo aqui algumas das inúmeras palavras que temos na sala de aula para realizar a atividade. Como mencionei acima, ela pode ser realizada com a turma toda, individualmente ou em grupos, como um jogo entre os alunos.
Os cartões são feitos de cartolina. O envelope de papel colorset. O envelope não posui segredo! É só cortar o papel, dobrá-lo e colá-lo. Não se esquecer de deixar as duas lateraias abertas para se puxar a palavra e guardá-la depois!Passo a passo:





Fonte: O mundo da Alfabetização
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Para usar na Alfabetização
Para usar na Alfabetização
Alfabetização socioconstrutivista
Ler cuidadosamente antes de usar.
Uso pediátrico e adulto.
Composição:
Planejamento ................................................100 mg
Dedicação....................................................100 mg
Intervenção-mediação ........................................100 mg
Credibilidade................................................100 mg
Mobilização..................................................100 mg
Diversidade de textos .......................................100 mg
Amor ........................................................100 mg
Informação ao professor
O processo de alfabetização precisa ser reconstruído. Para isso, devemos
estudar muito e contar com teorias que embasem, que orientem o
nosso trabalho. Aprendemos construindo e, para construir, temos que
pensar.O professor deve ser mediador e saber como a criança aprende.
É importante o trabalho em grupo. Caso surjam dúvidas desagradáveis
durante a alfabetização, aconselha-se estudar mais e planejar melhor,
selecionando novas atividades que favoreçam uma alfabetização eficiente.
Indicações
É indicada a todas as crianças, sem distinção de idade, cor, raça, religião
ou classe social, e a jovens e adultos que ainda não tenham feito uso
do medicamento.
Contra-indicações
Não tem.
Precauções
O trabalho deve estar centrado nos textos. É fundamental trabalhar
com textos diversificados. Mas esse trabalho, para ser eficaz, depende da
intervenção que o professor vai fazer.
Reações Adversas
Professores que não acreditam na capacidade da criança de aprender e
não acreditam que ela aprende construindo seu conhecimento devem ser
advertidos da possibilidade de a criança não se alfabetizar com sua ajuda.
Posologia
Textos diversificados, atividades de acordo com o nível de aprendizagem
que a criança se encontra, num total de pelo menos quatro horas
diárias. Advertimos que quando as atividades não são administradas
em conformidade com as doses preconizadas e não são mediadas
corretamente pelo professor, não se promove alfabetização significativa.
Uso sob prescrição pedagógica.
Responsável técnica: Professora Ligia F. Jacomini Machado
Mandaguari – Paraná – Brasil
Alfabetização socioconstrutivista
Ler cuidadosamente antes de usar.
Uso pediátrico e adulto.
Composição:
Planejamento ................................................100 mg
Dedicação....................................................100 mg
Intervenção-mediação ........................................100 mg
Credibilidade................................................100 mg
Mobilização..................................................100 mg
Diversidade de textos .......................................100 mg
Amor ........................................................100 mg
Informação ao professor
O processo de alfabetização precisa ser reconstruído. Para isso, devemos
estudar muito e contar com teorias que embasem, que orientem o
nosso trabalho. Aprendemos construindo e, para construir, temos que
pensar.O professor deve ser mediador e saber como a criança aprende.
É importante o trabalho em grupo. Caso surjam dúvidas desagradáveis
durante a alfabetização, aconselha-se estudar mais e planejar melhor,
selecionando novas atividades que favoreçam uma alfabetização eficiente.
Indicações
É indicada a todas as crianças, sem distinção de idade, cor, raça, religião
ou classe social, e a jovens e adultos que ainda não tenham feito uso
do medicamento.
Contra-indicações
Não tem.
Precauções
O trabalho deve estar centrado nos textos. É fundamental trabalhar
com textos diversificados. Mas esse trabalho, para ser eficaz, depende da
intervenção que o professor vai fazer.
Reações Adversas
Professores que não acreditam na capacidade da criança de aprender e
não acreditam que ela aprende construindo seu conhecimento devem ser
advertidos da possibilidade de a criança não se alfabetizar com sua ajuda.
Posologia
Textos diversificados, atividades de acordo com o nível de aprendizagem
que a criança se encontra, num total de pelo menos quatro horas
diárias. Advertimos que quando as atividades não são administradas
em conformidade com as doses preconizadas e não são mediadas
corretamente pelo professor, não se promove alfabetização significativa.
Uso sob prescrição pedagógica.
Responsável técnica: Professora Ligia F. Jacomini Machado
Mandaguari – Paraná – Brasil
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
Alfabetização- O nome como referência de trabalho
Para se obter o resultado esperado, o trabalho com a escrita deve apresentar situações identificáveis para a criança e que representem algo, como no caso dos rótulos, ou alguém importante na sua vida.
Por esse motivo, encaminha-se também o trabalho pelo marco identificatório que é o próprio nome da criança. Com função de identificação, a palavra merece ser analisada por se configurar como texto.
Ressaltamos ainda a importância de se efetivar este trabalho com outros nomes:
Por esse motivo, encaminha-se também o trabalho pelo marco identificatório que é o próprio nome da criança. Com função de identificação, a palavra merece ser analisada por se configurar como texto.
Ressaltamos ainda a importância de se efetivar este trabalho com outros nomes:
da escola,
dos pais,
da cidade,
dos estados,
do país,
de revistas
e jornais, envolvendo-os em reflexões, auxiliando os alunos a fazerem relações básicas a respeito da língua escrita.
ALGUMAS SUGESTÕES PARA O TRABALHO COM NOME
- Escreva e leia o nome da criança em crachás, utilizando letra de imprensa maiúscula (caixa-alta) na presença dela, para que ela perceba.
- Estabeleça relações dos nomes dos alunos com outros que:
. têm o mesmo número de letras:
ex.: ALINE/ ANDRÉ/ JOYCE/ MARIA
. iniciam com a mesma pronúncia:
JOSILENE / JOSÉ
. iniciam com a mesma letra:
ROGÉRIO/ RICARDO/ RENATA
. terminam com a mesma pronúncia:
JULlANA / MARIANA / JOANA / JÉFERSON / ÂNDERSON / CLÉVERSON
. contêm palavras em si:
LUANA/ LUA/ ANA
LUCIANO /LÚCIA/ ANO
MÁRCIO/ MAR
. já foram contextualizados em sala de aula:
SAPO /SÔNIA/ SILVANA
- Relacione o nome dos alunos com o nome do professor, da escola, da cidade, etc.
- Escreva no quadro-de-giz o seu nome e leia em voz alta.
- Destaque a letra inicial dizendo o nome da letra.-
- Solicite aos alunos que recortem, de jornais e revistas, a letra inicial do nome do professor e colem no caderno.
- Proponha a pesquisa de nomes que iniciam com a letra L, nos crachás dos alunos da sala.
- Pedir a eles que pesquisem em revistas e jornais as letras que compõem o próprio nome.
- Utilize os crachás para fazer chamada e jogos.
- Monte o nome com o alfabeto móvel.
- Selecione rótulos de produtos cujos nomes comecem com a letra inicial dos nomes dos colegas.
- Copie o nome em etiquetas para identificar o materiat escolar.
- Faça uma lista no quadro, separando os nomes de meninos e meninas. Depois, peça que copiem.
- Mostre alguns desenhos de objetos cujos nomes também começam com a letra L. Peça aos alunos que digam os nomes dos objetos, escreva-os no quadro e, depois, solicite que copiem no caderno.
- Proponha uma pesquisa de rótulos cujos nomes dos produtos também iniciam com a letra L e monte um mural com os alunos.
- Solicite aos alunos que montem o nome do professor, com o acervo de letras. Peça que pintem da mesma cor as letras que se repetem no mesmo nome.
- Solicite aos alunos que montem o nome Luciana, com o alfabeto móvel. Proponha que retirem as letras e observem os nomes encontrados.
- Sugira aos alunos a brincadeira stop com a letra L.É interessante, durante todo o trabalho de alfabetização, propor desafios aos alunos, para que eles pensem sobre a escrita, sobre o que ela representa e como representa graficamente a linguagem.
Assinar:
Postagens (Atom)








